A nova rodada da pesquisa Quaest sobre as eleições de 2026, divulgada nesta quinta-feira 13, indica que Lula (PT) segue em vantagem na busca pela reeleição. O petista viu, no entanto, sua distância para adversários em disputas de segundo turno diminuir significativamente na comparação com o levantamento anterior, divulgado em outubro.
Segundo a consultoria, Lula tem intenções de voto que variam de 38% a 44% a depender do adversário no segundo turno.
O melhor cenário se dá contra Renan Santos, líder do MBL filiado ao mais novo partido brasileiro, o Missão. A distância entre os dois é de 17 pontos. Como é a primeira vez que o nome do político da direita é testado, não há comparação com o mês anterior.
No pior cenário para o petista, Lula aparece com um empate técnico contra Jair Bolsonaro (PL), com distância de apenas três pontos. Em outubro, a vantagem de Lula sobre o ex-presidente era de 10 pontos percentuais. Bolsonaro, no entanto, está inelegível.

Entre os candidatos aptos a participar do pleito, há três nomes que ficam com apenas cinco pontos a menos que o atual presidente em disputas diretas. São eles: Ciro Gomes (PDSB), Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Ratinho Jr. (PSD). Antes Lula superava Ciro por nove pontos; Ratinho por 13 pontos; e Tarcísio por 12 pontos.
A atual distância entre Lula e os governadores de direita Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (União) é de sete pontos percentuais. Em outubro, 15 pontos separavam a dupla do petista. Já na disputa direta contra Michelle Bolsonaro (PL), a vantagem de Lula é de nove pontos. Eram 12 no levantamento passado.
Os dois últimos adversários testados são Eduardo Bolsonaro (PL) e Eduardo Leite (PSD). A dupla seria superada pelo petista por pelo menos 10 pontos percentuais, segundo a Quaest. A distância registrada na pesquisa anterior era de cerca de 15 pontos.
Veja os resultados das sondagens de 2º turno desta quinta-feira:

A pesquisa, contratada pela Genial Investimentos, ouviu 2.004 eleitores entre os dias 6 e 9 de novembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
FONTE: Carta Capital