Nação do Brasil

O maior Agregador de Notícias na Metrópoles do Brasil

Notification Show More
Font ResizerAa
  • Política
  • Economia
  • Eleições
  • Concursos Públicos
  • Inteligência Artificial
  • Bolsonaro
  • Resultados de Loterias
  • Cotação das Ações
  • Agenda: Jogos de Hoje
    • Jogos ao Vivo
    • Canais: Aonde assistir Jogos de Futebol e Esportes

Nação do Brasil

O maior Agregador de Notícias na Metrópoles do Brasil

Font ResizerAa
  • Ações
  • Loterias
  • Jogos ao Vivo
Pesquisar
  • Política
  • Economia
  • Eleições
  • Concursos Públicos
  • Inteligência Artificial
  • Bolsonaro
  • Resultados de Loterias
  • Cotação das Ações
  • Agenda: Jogos de Hoje
    • Jogos ao Vivo
    • Canais: Aonde assistir Jogos de Futebol e Esportes
Follow US
Nação do Brasil > Notícias > Bolsonaro > Motta adia análise do PL Antifacção e da PEC da Segurança para 2026
Bolsonaro

Motta adia análise do PL Antifacção e da PEC da Segurança para 2026

Nação do Brasil
Last updated: dezembro 16, 2025 3:23 am
Nação do Brasil - Nação do Brasil
7 Min Read
SHARE

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu em reunião com líderes partidários postergar para 2026 as votações em plenário da PEC da Segurança Pública e do PL Antifacção, projetos prioritários do governo Lula (PT) na área da segurança pública. O encontro ocorreu na residência oficial da Casa, nesta segunda-feira 15. Uma nova reunião dos líderes está marcada para a quarta-feira.

A decisão tem como pano de fundo o clima de tensão entre Legislativo e Executivo. Ambas as propostas também enfrentam resistências entre deputados de oposição, o que poderia comprometer a análise dos textos, de acordo com relatos de líderes que participaram da reunião.

Para esta semana, a Casa deve se debruçar sobre propostas de consenso, a exemplo do projeto de lei complementar que propõe uma revisão dos benefícios fiscais concedidos pelo Poder Executivo. A ideia é chegar no ano que vem com uma redução gradual de ao menos 10% os benefícios tributários, financeiros e creditícios. Na quinta, os congressistas projetam votar o Orçamento de 2026.

Enviado em maio à crise aberta com a operação mais mortífera da história do Rio de Janeiro, o PL Antifacção cria um marco legal de combate ao crime organizado e prevê, entre outras coisas, penas mais duras para facções e milícias. O texto foi relatado na Câmara por Guilherme Derrite (PP-SP), ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo.

O parecer reuniu críticas de juristas, integrantes da Polícia Federal, do Ministério Público, do Ministério da Justiça e Segurança Pública. As principais queixas ao texto aprovado pelos deputados em novembro envolviam questões relacionadas ao financiamento da PF e à sobreposição de leis diferentes para combater o crime organizado. Esses pontos acabaram ajustados no Senado pelo relator Alessandro Vieira (MDB-SE), mas a Câmara ainda pode retomá-los.

No caso da PEC da Segurança Pública, os críticos mais vocais são governadores de direita, que apontam uma suposta perda de autonomia sobre as polícias estaduais. Também apresentada como uma resposta à criminalidade, o texto visa integrar a atuação das polícias federal, estaduais e municipais, fortalecer o Sistema Único de Segurança Pública e criar mecanismos mais efetivos de combate ao crime organizado, especialmente em casos que envolvam atuação interestadual ou internacional.

O relator na Câmara, Mendonça Filho (União-PE), apresentou seu parecer à comissão especial que discute a proposta na semana passada. O parlamentar manteve os principais eixos da versão original em seu parecer, sobretudo no que diz respeito à ampliação das competências das forças de segurança.

Contudo, Mendonça acrescentou a sugestão de redução da maioridade penal para crimes violentos de 18 para 16 anos e a possibilidade de o Congresso Nacional sustar atos do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público que “extrapolem delegação legislativa”.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu em reunião com líderes partidários postergar para 2026 as votações em plenário da PEC da Segurança Pública e do PL Antifacção, projetos prioritários do governo Lula (PT) na área da segurança pública. O encontro ocorreu na residência oficial da Casa, nesta segunda-feira 15. Uma nova reunião dos líderes está marcada para a quarta-feira.

A decisão tem como pano de fundo o clima de tensão entre Legislativo e Executivo. Ambas as propostas também enfrentam resistências entre deputados de oposição, o que poderia comprometer a análise dos textos, de acordo com relatos de líderes que participaram da reunião.

Para esta semana, a Casa deve se debruçar sobre propostas de consenso, a exemplo do projeto de lei complementar que propõe uma revisão dos benefícios fiscais concedidos pelo Poder Executivo. A ideia é chegar no ano que vem com uma redução gradual de ao menos 10% os benefícios tributários, financeiros e creditícios. Na quinta, os congressistas projetam votar o Orçamento de 2026.

Enviado em maio à crise aberta com a operação mais mortífera da história do Rio de Janeiro, o PL Antifacção cria um marco legal de combate ao crime organizado e prevê, entre outras coisas, penas mais duras para facções e milícias. O texto foi relatado na Câmara por Guilherme Derrite (PP-SP), ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo.

O parecer reuniu críticas de juristas, integrantes da Polícia Federal, do Ministério Público, do Ministério da Justiça e Segurança Pública. As principais queixas ao texto aprovado pelos deputados em novembro envolviam questões relacionadas ao financiamento da PF e à sobreposição de leis diferentes para combater o crime organizado. Esses pontos acabaram ajustados no Senado pelo relator Alessandro Vieira (MDB-SE), mas a Câmara ainda pode retomá-los.

No caso da PEC da Segurança Pública, os críticos mais vocais são governadores de direita, que apontam uma suposta perda de autonomia sobre as polícias estaduais. Também apresentada como uma resposta à criminalidade, o texto visa integrar a atuação das polícias federal, estaduais e municipais, fortalecer o Sistema Único de Segurança Pública e criar mecanismos mais efetivos de combate ao crime organizado, especialmente em casos que envolvam atuação interestadual ou internacional.

O relator na Câmara, Mendonça Filho (União-PE), apresentou seu parecer à comissão especial que discute a proposta na semana passada. O parlamentar manteve os principais eixos da versão original em seu parecer, sobretudo no que diz respeito à ampliação das competências das forças de segurança.

Contudo, Mendonça acrescentou a sugestão de redução da maioridade penal para crimes violentos de 18 para 16 anos e a possibilidade de o Congresso Nacional sustar atos do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público que “extrapolem delegação legislativa”.

FONTE: Carta Capital

Share

Últimas notícias

Câmara aprova regime de urgência para dez projetos de lei
Política
Motta anuncia votação nesta semana de novo regime para socorrer ou liquidar bancos
Política
Depoimento de Leila Pereira na CPMI do INSS está agendado para quarta
Política
Conselho de Ética pode votar representações contra deputado Marcos Pollon
Política

You Might Also Like

Bolsonaro

Moraes nega incluir Fux no julgamento do núcleo 2 da trama golpista

dezembro 9, 2025
Bolsonaro

STF oficializa decisão que tornou Eduardo Bolsonaro réu por coação

novembro 26, 2025
Bolsonaro

Lula diz que prisão de Bolsonaro não afeta relação com Trump

novembro 23, 2025
Bolsonaro

Por que a PF quer um novo depoimento de Bolsonaro

dezembro 18, 2025

Nação do Brasil

A Nação do Brasil é um Agregador de Notícias. Trazemos as últimas notícias de sites oficiais como Gov, Câmara dos Deputados e outros dos principais segmentos que movem essa enorme metrópoles chamada Brasil.

Seções

  • Biografias Personalidades
  • Bolsonaro
  • Canais: Aonde assistir Jogos de Futebol e Esportes
  • Concursos Públicos
  • Economia
  • Eleições
  • Inteligência Artificial
  • Jogos ao Vivo
  • Política
  • The Voice Brasil

Últimas

Morre, aos 58 anos, o ex-deputado federal Professor Paulo Fernando
Política
Comissão aprova deduzir salário-maternidade de tributos pagos por pequena empresa
Economia

Adicione o App no celular para receber todas as notícias e resultados no seu celular!

Adicionar
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?