
O presidente Lula (PT) afirmou nesta quinta-feira 8, durante a cerimônia que marcou os três anos dos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023, que a data “está registrada na história como o dia da vitória da democracia”.
O ato foi realizado no Salão Nobre do Palácio do Planalto, com transmissão para a área externa, onde movimentos sociais e militantes acompanharam o evento.
O discurso concentrou-se na defesa das instituições e no reconhecimento do trabalho do Supremo Tribunal Federal no julgamento dos envolvidos nos ataques. Lula afirmou que “a democracia exige que a gente fale pouco e ouça muito” e que o País pode comemorar a manutenção do Estado democrático de direito.
Segundo o presidente, o episódio de três anos atrás representou um enfrentamento direto “contra aqueles que quiseram tomar o poder à força, que sempre defenderam a ditadura, a tortura e o estado de exceção”. Ele classificou tais grupos como “traidores da pátria”.
Elogios ao Supremo
Lula elogiou a atuação do STF no enfrentamento às tentativas de golpe. “Este ato de hoje é uma exaltação do momento que vivemos, com o comportamento da Suprema Corte, que não se submeteu aos caprichos de ninguém”, afirmou. O presidente disse que os responsáveis pelos ataques “tiveram um julgamento justo” e que a condução do processo será lembrada pela história: “[O STF ] não se rendeu às pressões, não se deixou levar por revanchismos”.
“Ela [a democracia] precisa ser zelada com carinho, defendida com unhas e dentes, dia após dia”, declarou. Ele também afirmou que, “em nome do futuro, não temos o direito de esquecer o passado”, e reiterou a rejeição a qualquer forma de regime autoritário: “Não aceitamos nem ditadura civil nem ditadura militar”.
Veto ao PL da Dosimetria
As declarações foram dadas no mesmo dia em que Lula vetou integralmente o projeto da dosimetria, que reduz significativamente as penas dos condenados pelos atos antidemocráticos. A medida, na prática, poderia beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A decisão pelo veto do projeto durante a cerimônia foi tomada diante da ausência dos presidentes do Legislativo, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP).
O presidente Lula (PT) afirmou nesta quinta-feira 8, durante a cerimônia que marcou os três anos dos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023, que a data “está registrada na história como o dia da vitória da democracia”.
O ato foi realizado no Salão Nobre do Palácio do Planalto, com transmissão para a área externa, onde movimentos sociais e militantes acompanharam o evento.
O discurso concentrou-se na defesa das instituições e no reconhecimento do trabalho do Supremo Tribunal Federal no julgamento dos envolvidos nos ataques. Lula afirmou que “a democracia exige que a gente fale pouco e ouça muito” e que o País pode comemorar a manutenção do Estado democrático de direito.
Segundo o presidente, o episódio de três anos atrás representou um enfrentamento direto “contra aqueles que quiseram tomar o poder à força, que sempre defenderam a ditadura, a tortura e o estado de exceção”. Ele classificou tais grupos como “traidores da pátria”.
Elogios ao Supremo
Lula elogiou a atuação do STF no enfrentamento às tentativas de golpe. “Este ato de hoje é uma exaltação do momento que vivemos, com o comportamento da Suprema Corte, que não se submeteu aos caprichos de ninguém”, afirmou. O presidente disse que os responsáveis pelos ataques “tiveram um julgamento justo” e que a condução do processo será lembrada pela história: “[O STF ] não se rendeu às pressões, não se deixou levar por revanchismos”.
“Ela [a democracia] precisa ser zelada com carinho, defendida com unhas e dentes, dia após dia”, declarou. Ele também afirmou que, “em nome do futuro, não temos o direito de esquecer o passado”, e reiterou a rejeição a qualquer forma de regime autoritário: “Não aceitamos nem ditadura civil nem ditadura militar”.
Veto ao PL da Dosimetria
As declarações foram dadas no mesmo dia em que Lula vetou integralmente o projeto da dosimetria, que reduz significativamente as penas dos condenados pelos atos antidemocráticos. A medida, na prática, poderia beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A decisão pelo veto do projeto durante a cerimônia foi tomada diante da ausência dos presidentes do Legislativo, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP).
FONTE: Carta Capital