
Ex-ministro dos governos Lula e Dilma Rousseff, Aldo Rebelo confirmou neste sábado 10 que será candidato à Presidência da República nas eleições deste ano pelo Democracia Cristã (DC). A empreita será oficializada em evento previsto para ocorrer no dia 31 de janeiro, em São Paulo, conforme anunciou o pré-candidato em vídeo publicado nas redes sociais.
Na gravação, Rebelo se apresenta como uma pessoa plural e justifica sua trajetória, que foi de um partido comunista à aproximação com a extrema-direita. Ele explica na publicação que entrou no PCdoB nos anos 1970, “quando a agenda da esquerda era uma agenda nacionalista, uma agenda democrática, uma agenda da luta pela redução das desigualdades”.
Rebelo deixou o PCdoB em 2017 e passou por outras quatro legendas: PSB, Solidariedade, PDT e MDB. O ex-ministro optou por se afastar da esquerda e se aproximar do bolsonarismo. “Sempre me orientei pelo interesse do Brasil”, diz ele no vídeo que também menciona o fato de ter sido um ministro da Defesa adorado pelos militares.
O ex-ministro também defendeu anistiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e todos os outros envolvidos na trama golpista.
“Como é que você pacifica um país? É esquecendo. Se quiser pacificar, é para anistiar todo mundo. Você não quer chegar ao governo para botar o antecessor na cadeia. O país precisa reunir energias para cuidar de seu futuro. E esses problemas menores precisam ser esquecidos”, disse.
Aldo Rebelo afirma ter entre suas principais pautas de campanha a retomada do crescimento, redução das desigualdades, revalorização da democracia e reconstrução da agenda de defesa nacional. O nome do ex-ministro apareceu em uma pesquisa Genial/Quaest divulgada em dezembro, na qual registrou entre 1% e 2% das intenções, a depender do cenário apresentado.
Também já sinalizaram intenção de disputar a Presidência em 2026 o presidente Lula (PT), que tentará a reeleição, o senador Flávio Bolsonaro (PL) e os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), e de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo).
Ex-ministro dos governos Lula e Dilma Rousseff, Aldo Rebelo confirmou neste sábado 10 que será candidato à Presidência da República nas eleições deste ano pelo Democracia Cristã (DC). A empreita será oficializada em evento previsto para ocorrer no dia 31 de janeiro, em São Paulo, conforme anunciou o pré-candidato em vídeo publicado nas redes sociais.
Na gravação, Rebelo se apresenta como uma pessoa plural e justifica sua trajetória, que foi de um partido comunista à aproximação com a extrema-direita. Ele explica na publicação que entrou no PCdoB nos anos 1970, “quando a agenda da esquerda era uma agenda nacionalista, uma agenda democrática, uma agenda da luta pela redução das desigualdades”.
Rebelo deixou o PCdoB em 2017 e passou por outras quatro legendas: PSB, Solidariedade, PDT e MDB. O ex-ministro optou por se afastar da esquerda e se aproximar do bolsonarismo. “Sempre me orientei pelo interesse do Brasil”, diz ele no vídeo que também menciona o fato de ter sido um ministro da Defesa adorado pelos militares.
O ex-ministro também defendeu anistiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e todos os outros envolvidos na trama golpista.
“Como é que você pacifica um país? É esquecendo. Se quiser pacificar, é para anistiar todo mundo. Você não quer chegar ao governo para botar o antecessor na cadeia. O país precisa reunir energias para cuidar de seu futuro. E esses problemas menores precisam ser esquecidos”, disse.
Aldo Rebelo afirma ter entre suas principais pautas de campanha a retomada do crescimento, redução das desigualdades, revalorização da democracia e reconstrução da agenda de defesa nacional. O nome do ex-ministro apareceu em uma pesquisa Genial/Quaest divulgada em dezembro, na qual registrou entre 1% e 2% das intenções, a depender do cenário apresentado.
Também já sinalizaram intenção de disputar a Presidência em 2026 o presidente Lula (PT), que tentará a reeleição, o senador Flávio Bolsonaro (PL) e os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), e de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo).
FONTE: Carta Capital