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Nação do Brasil > Notícias > Bolsonaro > ‘Injustiça colossal’ e ‘perseguição sem fim’: leia a reação da oposição bolsonarista à prisão de Jair Bolsonaro
Bolsonaro

‘Injustiça colossal’ e ‘perseguição sem fim’: leia a reação da oposição bolsonarista à prisão de Jair Bolsonaro

Nação do Brasil
Last updated: novembro 22, 2025 3:57 pm
Nação do Brasil - Nação do Brasil
6 Min Read
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A prisão preventiva de Jair Bolsonaro (PL) desencadeou uma reação imediata e contundente entre congressistas da oposição bolsonarista, que acusam o Supremo Tribunal Federal de abuso de autoridade e perseguição política. A decisão do ministro Alexandre de Moraes, motivada pelo risco de fuga e pelo impacto da vigília convocada por aliados, foi tratada como um marco de ruptura institucional pelos oposicionistas.

O deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), líder do PL na Câmara dos Deputados, fez um dos ataques mais duros ao ministro, afirmando que Moraes age em “psicopatia em alto grau” e classificando a prisão como “o maior capítulo de perseguição política da história do País”. Para ele, Bolsonaro foi detido por causa de “uma vigília de oração” convocada por seu filho, e não por qualquer indício concreto de crime: “Reviraram a vida do Bolsonaro e não acharam um único real roubado”.

Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado Federal, também criticou o fundamento da decisão, acusando o STF de aplicar “culpa por associação”, o que, segundo ele, viola garantias básicas do Estado de Direito. Ele afirmou que a medida tem caráter “nitidamente punitivo” e que conceitos vagos, como “risco democrático”, estariam sendo usados para justificar uma prisão preventiva sem lastro jurídico sólido: “Quando o Direito é moldado para atingir um adversário político, deixa de proteger toda a sociedade”.

A deputada Bia Kicis (PL-DF) classificou a medida como “mais uma injustiça colossal”, enquanto Carol De Toni (PL-SC) afirmou que se trata de “um dos maiores absurdos já cometidos pela justiça brasileira”, insistindo que Bolsonaro “não cometeu crime algum”. Para Zucco (PL-RS), a detenção seria mais uma tentativa de “calar o homem que levantou a bandeira do Brasil”, garantindo, no entanto, que “jamais conseguirão calar aquilo que ele despertou”.

O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), ex-vice de Bolsonaro, reforçou o discurso de que a prisão não se sustenta sob critérios legais. Para ele, “o presidente Jair Bolsonaro não constitui uma ameaça à ordem pública” e a transferência do ex-presidente para a sede da PF revela que “o arbítrio e a perseguição não têm fim”.

Outros aliados concentraram-se no estado de saúde do ex-presidente. Sergio Moro (União-PR) destacou que Bolsonaro “tem sequelas decorrentes da facada” e lembrou que, em casos anteriores, como o de Fernando Collor, mesmo problemas de saúde menores justificaram prisão domiciliar. O ex-ministro Ciro Nogueira afirmou que o ex-presidente vive “um martírio” e expressou solidariedade: “Mitos não sucumbem a violências. São eternizados por elas”.

A prisão preventiva de Jair Bolsonaro (PL) desencadeou uma reação imediata e contundente entre congressistas da oposição bolsonarista, que acusam o Supremo Tribunal Federal de abuso de autoridade e perseguição política. A decisão do ministro Alexandre de Moraes, motivada pelo risco de fuga e pelo impacto da vigília convocada por aliados, foi tratada como um marco de ruptura institucional pelos oposicionistas.

O deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), líder do PL na Câmara dos Deputados, fez um dos ataques mais duros ao ministro, afirmando que Moraes age em “psicopatia em alto grau” e classificando a prisão como “o maior capítulo de perseguição política da história do País”. Para ele, Bolsonaro foi detido por causa de “uma vigília de oração” convocada por seu filho, e não por qualquer indício concreto de crime: “Reviraram a vida do Bolsonaro e não acharam um único real roubado”.

Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado Federal, também criticou o fundamento da decisão, acusando o STF de aplicar “culpa por associação”, o que, segundo ele, viola garantias básicas do Estado de Direito. Ele afirmou que a medida tem caráter “nitidamente punitivo” e que conceitos vagos, como “risco democrático”, estariam sendo usados para justificar uma prisão preventiva sem lastro jurídico sólido: “Quando o Direito é moldado para atingir um adversário político, deixa de proteger toda a sociedade”.

A deputada Bia Kicis (PL-DF) classificou a medida como “mais uma injustiça colossal”, enquanto Carol De Toni (PL-SC) afirmou que se trata de “um dos maiores absurdos já cometidos pela justiça brasileira”, insistindo que Bolsonaro “não cometeu crime algum”. Para Zucco (PL-RS), a detenção seria mais uma tentativa de “calar o homem que levantou a bandeira do Brasil”, garantindo, no entanto, que “jamais conseguirão calar aquilo que ele despertou”.

O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), ex-vice de Bolsonaro, reforçou o discurso de que a prisão não se sustenta sob critérios legais. Para ele, “o presidente Jair Bolsonaro não constitui uma ameaça à ordem pública” e a transferência do ex-presidente para a sede da PF revela que “o arbítrio e a perseguição não têm fim”.

Outros aliados concentraram-se no estado de saúde do ex-presidente. Sergio Moro (União-PR) destacou que Bolsonaro “tem sequelas decorrentes da facada” e lembrou que, em casos anteriores, como o de Fernando Collor, mesmo problemas de saúde menores justificaram prisão domiciliar. O ex-ministro Ciro Nogueira afirmou que o ex-presidente vive “um martírio” e expressou solidariedade: “Mitos não sucumbem a violências. São eternizados por elas”.

FONTE: Carta Capital

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