
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta terça-feira 25 o início da execução da pena do general Walter Braga Netto (PL), condenado a 26 anos na trama golpista. O ex-ministro da Defesa já está preso preventivamente desde dezembro de 2024.
No despacho, Moraes fixou que Braga Netto deverá permanecer na 1ª Divisão do Exército, na Vila Militar, zona oeste do Rio de Janeiro. A unidade já abriga o general desde sua prisão preventiva.
A determinação ocorre após o encerramento da etapa de recursos e segue a mesma linha dos decretos emitidos nos últimos dias contra outros ex-altos oficiais das Forças Armadas que integravam o núcleo crucial da trama golpista. Com isso, Braga Netto passa formalmente à condição de condenado em fase de execução penal, e não mais de preso preventivo.
Além de Braga Netto, o Supremo decretou o início do cumprimento das penas de outros envolvidos na trama golpista. Os generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio de Oliveira foram detidos em Brasília e levados ao Comando Militar do Planalto, onde passarão a cumprir penas de 21 e de 19 anos, respectivamente. Já o ex-comandante da Marinha Almir Garnier Santos foi preso na Estação Rádio da Marinha, também na capital federal, para iniciar a execução da pena de 24 anos.
Jair Bolsonaro (PL) também soube onde ficará preso por sua condenação a 27 anos e três meses de prisão: a Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde já estava preso preventivamente.
Anderson Torres, o último dos condenados do núcleo 1 da trama golpista, terá de cumprir a sua pena de 24 anos de prisão no 19º Batalhão da Polícia Militar no Distrito Federal, no Complexo Penitenciário da Papuda. O local é conhecido como “Papudinha”.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta terça-feira 25 o início da execução da pena do general Walter Braga Netto (PL), condenado a 26 anos na trama golpista. O ex-ministro da Defesa já está preso preventivamente desde dezembro de 2024.
No despacho, Moraes fixou que Braga Netto deverá permanecer na 1ª Divisão do Exército, na Vila Militar, zona oeste do Rio de Janeiro. A unidade já abriga o general desde sua prisão preventiva.
A determinação ocorre após o encerramento da etapa de recursos e segue a mesma linha dos decretos emitidos nos últimos dias contra outros ex-altos oficiais das Forças Armadas que integravam o núcleo crucial da trama golpista. Com isso, Braga Netto passa formalmente à condição de condenado em fase de execução penal, e não mais de preso preventivo.
Além de Braga Netto, o Supremo decretou o início do cumprimento das penas de outros envolvidos na trama golpista. Os generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio de Oliveira foram detidos em Brasília e levados ao Comando Militar do Planalto, onde passarão a cumprir penas de 21 e de 19 anos, respectivamente. Já o ex-comandante da Marinha Almir Garnier Santos foi preso na Estação Rádio da Marinha, também na capital federal, para iniciar a execução da pena de 24 anos.
Jair Bolsonaro (PL) também soube onde ficará preso por sua condenação a 27 anos e três meses de prisão: a Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde já estava preso preventivamente.
Anderson Torres, o último dos condenados do núcleo 1 da trama golpista, terá de cumprir a sua pena de 24 anos de prisão no 19º Batalhão da Polícia Militar no Distrito Federal, no Complexo Penitenciário da Papuda. O local é conhecido como “Papudinha”.
FONTE: Carta Capital