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Nação do Brasil > Notícias > Bolsonaro > Quem é Andrei Rodrigues, diretor da PF que será ouvido pela CPI do Crime Organizado nesta terça
Bolsonaro

Quem é Andrei Rodrigues, diretor da PF que será ouvido pela CPI do Crime Organizado nesta terça

Nação do Brasil
Last updated: novembro 18, 2025 10:53 am
Nação do Brasil - Nação do Brasil
10 Min Read
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O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, será o primeiro a depor na CPI do Crime Organizado montada no Senado Federal. A sessão que o ouvirá como convidado ocorre na manhã desta terça-feira 18.

Rodrigues foi chamado ao colegiado pelo relator, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que disse ver no depoimento uma colaboração essencial para mapear possíveis falhas de integração entre o sistema prisional e as forças policiais.

Além do diretor-geral da PF, Vieira convidou também o diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada; o diretor de Inteligência Penal da Senappen, Antônio Glautter de Azevedo Morais; e o promotor Lincoln Gakiya, um dos principais expoentes do enfrentamento ao Primeiro Comando da Capital, o PCC. Almada será ouvido nesta terça, enquanto Gakiya e Glautter prestarão depoimentos na quarta-feira 19.

Quem é Andrei Rodrigues

Rodrigues comanda a PF desde o dia 1º de janeiro de 2023, quando foi nomeado por Lula (PT) para a função. Ele foi escolhido para o cargo ainda na transição entre os governos, após comandar a equipe de segurança do petista na campanha eleitoral.

Natural de Pelotas (RS), Rodrigues é formado em Direito e mestre em Alta Gestão em Segurança Internacional, título obtido na Espanha.

Ao longo de quase 20 anos como delegado da PF, também trabalhou na segurança da ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) em 2010 e foi secretário extraordinário de Segurança de Grandes Eventos, cargo voltado à Copa do Mundo de 2014 e às Olímpiadas do Rio de Janeiro, em 2016.

Antes de ser alçado ao posto de diretor-geral, ocupou a chefia da Divisão de Relações Internacionais da Polícia Federal.

Entre as operações e investigações feitas pela corporação sob o seu comando está o caso Marielle Franco, finalizado após se arrastar por quase 7 anos. O caso foi considerado encerrado após a prisão, pela PF, do trio apontado como mandante do assassinato da vereadora do PSOL.

Outra investigação finalizada na gestão de Rodrigues foi a do assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, na Amazônia em 2022. A PF concluiu, em novembro de 2024, as apurações sobre o homicídio. Assim como no caso Marielle, os mandantes e executores estão em processo de julgamento.

A PF na atual gestão também teve papel central na investigação da trama golpista. O caso levou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a ser condenado a 27 anos de prisão.

Na CPI, Rodrigues deve ser questionado sobre a atuação da corporação no combate ao crime organizado no País. O diretor-geral deve, neste ponto, tratar das recentes operações que miraram o coração financeiro das facções criminosas, como a Carbono Oculto, que desmantelou um esquema de lavagem de dinheiro em postos de combustíveis. A ação também mostrou conexões das facções com a Faria Lima.

O diretor-geral também deve ser perguntado sobre o PL Antifacção, em discussão na Câmara dos Deputados. O papel da PF é um dos temas centrais no projeto, que deve ser votado nesta terça-feira após quatro versões serem apresentadas pelo relator, o deputado Guilherme Derrite (PP-SP). Rodrigues, durante as discussões sobre o texto, foi um dos porta-vozes em favor da manutenção do papel institucional da Polícia Federal no combate ao crime organizado. A pressão da corporação motivou ao menos um dos recuos do bolsonarista no processo.

A CPI

A CPI do Crime Organizado foi iniciada em novembro com a escolha do relator, Vieira, e do presidente, o senador Fabiano Contarato (PT-ES). O colegiado, também na primeira sessão, aprovou o plano de trabalho, que dividiu a investigação em nove eixos, que vão de lavagem de dinheiro ao controle de fronteiras. A previsão é de que um relatório preliminar seja apresentado até janeiro.

As metas da comissão, afirmou o relator a CartaCapital, são desmistificar a segurança pública, traçar um diagnóstico completo da realidade brasileira e encaminhar soluções “constitucionais, seguras e viáveis” para alterar esse cenário.

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, será o primeiro a depor na CPI do Crime Organizado montada no Senado Federal. A sessão que o ouvirá como convidado ocorre na manhã desta terça-feira 18.

Rodrigues foi chamado ao colegiado pelo relator, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que disse ver no depoimento uma colaboração essencial para mapear possíveis falhas de integração entre o sistema prisional e as forças policiais.

Além do diretor-geral da PF, Vieira convidou também o diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada; o diretor de Inteligência Penal da Senappen, Antônio Glautter de Azevedo Morais; e o promotor Lincoln Gakiya, um dos principais expoentes do enfrentamento ao Primeiro Comando da Capital, o PCC. Almada será ouvido nesta terça, enquanto Gakiya e Glautter prestarão depoimentos na quarta-feira 19.

Quem é Andrei Rodrigues

Rodrigues comanda a PF desde o dia 1º de janeiro de 2023, quando foi nomeado por Lula (PT) para a função. Ele foi escolhido para o cargo ainda na transição entre os governos, após comandar a equipe de segurança do petista na campanha eleitoral.

Natural de Pelotas (RS), Rodrigues é formado em Direito e mestre em Alta Gestão em Segurança Internacional, título obtido na Espanha.

Ao longo de quase 20 anos como delegado da PF, também trabalhou na segurança da ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) em 2010 e foi secretário extraordinário de Segurança de Grandes Eventos, cargo voltado à Copa do Mundo de 2014 e às Olímpiadas do Rio de Janeiro, em 2016.

Antes de ser alçado ao posto de diretor-geral, ocupou a chefia da Divisão de Relações Internacionais da Polícia Federal.

Entre as operações e investigações feitas pela corporação sob o seu comando está o caso Marielle Franco, finalizado após se arrastar por quase 7 anos. O caso foi considerado encerrado após a prisão, pela PF, do trio apontado como mandante do assassinato da vereadora do PSOL.

Outra investigação finalizada na gestão de Rodrigues foi a do assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, na Amazônia em 2022. A PF concluiu, em novembro de 2024, as apurações sobre o homicídio. Assim como no caso Marielle, os mandantes e executores estão em processo de julgamento.

A PF na atual gestão também teve papel central na investigação da trama golpista. O caso levou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a ser condenado a 27 anos de prisão.

Na CPI, Rodrigues deve ser questionado sobre a atuação da corporação no combate ao crime organizado no País. O diretor-geral deve, neste ponto, tratar das recentes operações que miraram o coração financeiro das facções criminosas, como a Carbono Oculto, que desmantelou um esquema de lavagem de dinheiro em postos de combustíveis. A ação também mostrou conexões das facções com a Faria Lima.

O diretor-geral também deve ser perguntado sobre o PL Antifacção, em discussão na Câmara dos Deputados. O papel da PF é um dos temas centrais no projeto, que deve ser votado nesta terça-feira após quatro versões serem apresentadas pelo relator, o deputado Guilherme Derrite (PP-SP). Rodrigues, durante as discussões sobre o texto, foi um dos porta-vozes em favor da manutenção do papel institucional da Polícia Federal no combate ao crime organizado. A pressão da corporação motivou ao menos um dos recuos do bolsonarista no processo.

A CPI

A CPI do Crime Organizado foi iniciada em novembro com a escolha do relator, Vieira, e do presidente, o senador Fabiano Contarato (PT-ES). O colegiado, também na primeira sessão, aprovou o plano de trabalho, que dividiu a investigação em nove eixos, que vão de lavagem de dinheiro ao controle de fronteiras. A previsão é de que um relatório preliminar seja apresentado até janeiro.

As metas da comissão, afirmou o relator a CartaCapital, são desmistificar a segurança pública, traçar um diagnóstico completo da realidade brasileira e encaminhar soluções “constitucionais, seguras e viáveis” para alterar esse cenário.

FONTE: Carta Capital

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