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Nação do Brasil > Notícias > Bolsonaro > Quem é o general absolvido pelo STF na trama golpista
Bolsonaro

Quem é o general absolvido pelo STF na trama golpista

Nação do Brasil
Last updated: novembro 18, 2025 8:51 pm
Nação do Brasil - Nação do Brasil
6 Min Read
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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu nesta terça-feira 18, por unanimidade, absolver o general da reserva Estevam Theophilo Gaspar de Oliveira, réu por suposto envolvimento na tentativa de golpe de Estado.

O general era integrante do núcleo 3, formado por nove militares e um policial federal, e foi o único a conseguir se livrar da condenação. Ao denunciá-lo, a Procuradoria-Geral da República afirmou que ele utilizou sua posição para apoiar as ações golpistas, incentivou o então presidente Jair Bolsonaro (PL) a assinar um decreto de ruptura e aderiu à conspiração.

Ao votar pela absolvição, o relator, Alexandre de Moraes, declarou que, apesar de fortes indícios de participação, não seria possível condenar Teophilo somente com base na delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

“Em que pesem os fortes indícios da participação do réu Estevam Theophilo, não é possível, entendo, condená-lo com base em duas provas diretamente produzidas pelo colaborador premiado sem uma comprovação”, afirmou o ministro.

Segundo a acusação, o general tinha conhecimento da tentativa de ruptura democrática. A investigação identificou elementos que apontam uma reunião entre Theophilo e Bolsonaro sobre o assunto depois de o então comandante do Exército, general Freire Gomes, se recusar a apoiar o golpe.

Theophilo chefiava o Comando de Operações Terrestres, responsável pelo uso e pela coordenação das tropas.

A investigação indicou que, em 9 de dezembro de 2022, Theophilo se reuniu com Bolsonaro no Palácio da Alvorada e supostamente consentiu com a adesão ao golpe, desde que o ex-capitão assinasse a medida — segundo conversas encontradas no celular de Cid.

Em depoimento ao Supremo em julho, o general alegou que não tinha “qualquer relação pessoal” com Bolsonaro, nem poder de decisão sobre a movimentação de tropas.

Teophilo disse ter ido três vezes ao Alvorada, todas após o segundo turno de 2022 — uma vez sozinho e duas com Freire Gomes. A reunião sem o comandante seria a de 9 de dezembro, à qual o general afirmou ter ido por ordem de Freire Gomes — que negou a alegação.

O encontro, segundo o depoimento de Teophilo, “foi para ouvir lamentações do então presidente da República sobre o resultado das eleições”. Ele disse também que “não foi tratado sobre uma possível minuta de golpe ou utilização de GLO, estado de defesa, estado de sítio ou intervenção federal”.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu nesta terça-feira 18, por unanimidade, absolver o general da reserva Estevam Theophilo Gaspar de Oliveira, réu por suposto envolvimento na tentativa de golpe de Estado.

O general era integrante do núcleo 3, formado por nove militares e um policial federal, e foi o único a conseguir se livrar da condenação. Ao denunciá-lo, a Procuradoria-Geral da República afirmou que ele utilizou sua posição para apoiar as ações golpistas, incentivou o então presidente Jair Bolsonaro (PL) a assinar um decreto de ruptura e aderiu à conspiração.

Ao votar pela absolvição, o relator, Alexandre de Moraes, declarou que, apesar de fortes indícios de participação, não seria possível condenar Teophilo somente com base na delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

“Em que pesem os fortes indícios da participação do réu Estevam Theophilo, não é possível, entendo, condená-lo com base em duas provas diretamente produzidas pelo colaborador premiado sem uma comprovação”, afirmou o ministro.

Segundo a acusação, o general tinha conhecimento da tentativa de ruptura democrática. A investigação identificou elementos que apontam uma reunião entre Theophilo e Bolsonaro sobre o assunto depois de o então comandante do Exército, general Freire Gomes, se recusar a apoiar o golpe.

Theophilo chefiava o Comando de Operações Terrestres, responsável pelo uso e pela coordenação das tropas.

A investigação indicou que, em 9 de dezembro de 2022, Theophilo se reuniu com Bolsonaro no Palácio da Alvorada e supostamente consentiu com a adesão ao golpe, desde que o ex-capitão assinasse a medida — segundo conversas encontradas no celular de Cid.

Em depoimento ao Supremo em julho, o general alegou que não tinha “qualquer relação pessoal” com Bolsonaro, nem poder de decisão sobre a movimentação de tropas.

Teophilo disse ter ido três vezes ao Alvorada, todas após o segundo turno de 2022 — uma vez sozinho e duas com Freire Gomes. A reunião sem o comandante seria a de 9 de dezembro, à qual o general afirmou ter ido por ordem de Freire Gomes — que negou a alegação.

O encontro, segundo o depoimento de Teophilo, “foi para ouvir lamentações do então presidente da República sobre o resultado das eleições”. Ele disse também que “não foi tratado sobre uma possível minuta de golpe ou utilização de GLO, estado de defesa, estado de sítio ou intervenção federal”.

FONTE: Carta Capital

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