
O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes determinou nesta segunda-feira 12 que o Ministério da Justiça formalize o pedido de extradição de Carlos César Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, condenado por envolvimento na trama golpista.
Moraes decretou a prisão domiciliar de Rocha em 27 de dezembro, após a fuga de Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal. Na ocasião, o ministro entendeu haver alto risco de resistência ao cumprimento da condenação por parte de Rocha e outros condenados.
A Polícia Federal, porém, não encontrou o presidente do IVL, que chegou a informar aos seus advogados que havia mudado de endereço, mas sem dizer onde estava. Investigações apontam que Rocha está no Reino Unido.
Carlos Moretzsohn Rochafoi sentenciado a sete anos e seis meses de prisão em regime semiaberto. De acordo com a Procuradoria-Geral da República, ele foi o responsável por elaborar relatórios técnicos com dados deturpados, alegando falsamente que as urnas de modelos anteriores a 2020 possuíam “desconformidades irreparáveis” que impediriam sua auditoria. O documento serviu de base para a tentativa do PL de anular votos com o objetivo de manter Jair Bolsonaro (PL) no poder.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes determinou nesta segunda-feira 12 que o Ministério da Justiça formalize o pedido de extradição de Carlos César Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, condenado por envolvimento na trama golpista.
Moraes decretou a prisão domiciliar de Rocha em 27 de dezembro, após a fuga de Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal. Na ocasião, o ministro entendeu haver alto risco de resistência ao cumprimento da condenação por parte de Rocha e outros condenados.
A Polícia Federal, porém, não encontrou o presidente do IVL, que chegou a informar aos seus advogados que havia mudado de endereço, mas sem dizer onde estava. Investigações apontam que Rocha está no Reino Unido.
Carlos Moretzsohn Rochafoi sentenciado a sete anos e seis meses de prisão em regime semiaberto. De acordo com a Procuradoria-Geral da República, ele foi o responsável por elaborar relatórios técnicos com dados deturpados, alegando falsamente que as urnas de modelos anteriores a 2020 possuíam “desconformidades irreparáveis” que impediriam sua auditoria. O documento serviu de base para a tentativa do PL de anular votos com o objetivo de manter Jair Bolsonaro (PL) no poder.
FONTE: Carta Capital