
Ex-ministro da Justiça sob Jair Bolsonaro (PL) e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal até o 8 de Janeiro de 2023, Anderson Torres pediu ao Supremo Tribunal Federal, nesta segunda-feira 24, para cumprir sua pena pela trama golpista na Superintendência da Polícia Federal no DF ou no Batalhão de Aviação Operacional.
A defesa alega que Torres, em função dos cargos exercidos, já foi alvo de ameaças de morte e sofreria riscos no sistema prisional comum, “inclusive pela atuação direta no enfrentamento à criminalidade organizada”.
Os advogados do ex-ministro afirmaram que ainda buscarão reverter a condenação, mas enviaram a petição nesta segunda para o caso de o ministro Alexandre de Moraes determinar a execução da pena.
A Primeira Turma do STF sentenciou Torres a 24 anos de prisão. Moraes destacou que, como delegado da Polícia Federal e ocupante de postos estratégicos, o bolsonarista tinha “circunstâncias totalmente desfavoráveis” e papel ativo na omissão que permitiu a invasão e a destruição das sedes dos Três Poderes.
Ex-ministro da Justiça sob Jair Bolsonaro (PL) e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal até o 8 de Janeiro de 2023, Anderson Torres pediu ao Supremo Tribunal Federal, nesta segunda-feira 24, para cumprir sua pena pela trama golpista na Superintendência da Polícia Federal no DF ou no Batalhão de Aviação Operacional.
A defesa alega que Torres, em função dos cargos exercidos, já foi alvo de ameaças de morte e sofreria riscos no sistema prisional comum, “inclusive pela atuação direta no enfrentamento à criminalidade organizada”.
Os advogados do ex-ministro afirmaram que ainda buscarão reverter a condenação, mas enviaram a petição nesta segunda para o caso de o ministro Alexandre de Moraes determinar a execução da pena.
A Primeira Turma do STF sentenciou Torres a 24 anos de prisão. Moraes destacou que, como delegado da Polícia Federal e ocupante de postos estratégicos, o bolsonarista tinha “circunstâncias totalmente desfavoráveis” e papel ativo na omissão que permitiu a invasão e a destruição das sedes dos Três Poderes.
FONTE: Carta Capital