Nação do Brasil

O maior Agregador de Notícias na Metrópoles do Brasil

Notification Show More
Font ResizerAa
  • Política
  • Economia
  • Eleições
  • Concursos Públicos
  • Inteligência Artificial
  • Bolsonaro
  • Resultados de Loterias
  • Cotação das Ações
  • Agenda: Jogos de Hoje
    • Jogos ao Vivo
    • Canais: Aonde assistir Jogos de Futebol e Esportes

Nação do Brasil

O maior Agregador de Notícias na Metrópoles do Brasil

Font ResizerAa
  • Ações
  • Loterias
  • Jogos ao Vivo
Pesquisar
  • Política
  • Economia
  • Eleições
  • Concursos Públicos
  • Inteligência Artificial
  • Bolsonaro
  • Resultados de Loterias
  • Cotação das Ações
  • Agenda: Jogos de Hoje
    • Jogos ao Vivo
    • Canais: Aonde assistir Jogos de Futebol e Esportes
Follow US
Nação do Brasil > Notícias > Bolsonaro > A suposta condição de Aécio para o PSDB apoiar Tarcísio em 2026
Bolsonaro

A suposta condição de Aécio para o PSDB apoiar Tarcísio em 2026

Nação do Brasil
Last updated: novembro 27, 2025 8:55 pm
Nação do Brasil - Nação do Brasil
6 Min Read
SHARE

Oito anos após deixar o comando do PSDB, o deputado federal Aécio Neves (MG) reassumiu a presidência do partido nesta quinta-feira 27, com o objetivo de ganhar fôlego para superar a cláusula de barreira em 2026. Aécio permanecerá à frente da legenda pelos próximos dois anos, substituindo Marconi Perillo, que deve concorrer ao governo de Goiás.

A cerimônia de posse ocorreu em Brasília. Em seu discurso, o novo dirigente sinalizou que o PSDB pode fechar apoio ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), caso ele concorra à Presidência no ano que vem. Contudo, apresentou uma condição: que ele não seja “candidato apenas de Bolsonaro”.

De acordo com Aécio, as negociações sobre o possível apoio estão em andamento. A manifestação de Aécio pode isolar outros nomes da direita que buscam o endosso de partidos de centro para se cacifar à disputa, como o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), e até mesmo o novo tucano Ciro Gomes (CE).

Em um breve pronunciamento, o ex-governador de Minas Gerais e candidato derrotado nas eleições presidenciais de 2014 lamentou a “tragédia da polarização” e sugeriu ao País “radicalizar ao centro”.

“Promover a reconciliação nacional é tarefa absolutamente urgente para um País dividido e convulsionado. É crucial retomar a discussão sobre a qualidade do gasto público”, alegou o tucano.

O vice-presidente da Câmara Altineu Côrtes (PL-RJ) e o líder do PL na Casa, Sóstenes Cavalcante, (RJ), discursaram ao lado de Aécio e repetiram críticas ao PT. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), também esteve no evento e afirmou que “o fortalecimento do PSDB é o fortalecimento do debate saudável no Congresso”.

Aécio foi eleito presidente do PSDB pela primeira vez em 2013 e pressionado a se licenciar em 2017 por suspeitas de corrupção. As denúncias foram arquivadas pouco tempo depois. Ele deixou o cargo sob o argumento de que precisava “provar sua inocência” e conseguiu preservar o mandato de senador.

As investigações, abertas em meio à Lava Jato, afetaram outros importantes nomes do tucanato, como os ex-governadores Marconi Perillo (Goiás) e Beto Richa (Paraná).

O retorno de Aécio à direção nacional coincide com a série de derrotas sofridas pelo PSDB ao longo dos últimos anos. No ano passado, a sigla obteve seu pior desempenho eleitoral na história: não elegeu prefeito em nenhuma capital.

A agremiação, que já ocupou a Presidência da República e protagonizou disputas nacionais por duas décadas, conta com apenas 13 deputados federais e três senadores. No mais recente capítulo de seu encolhimento, viu figuras de peso, como os governadores Eduardo Leite (RS) e Raquel Lyra (PE) deixarem suas fileiras rumo ao PSD.

Oito anos após deixar o comando do PSDB, o deputado federal Aécio Neves (MG) reassumiu a presidência do partido nesta quinta-feira 27, com o objetivo de ganhar fôlego para superar a cláusula de barreira em 2026. Aécio permanecerá à frente da legenda pelos próximos dois anos, substituindo Marconi Perillo, que deve concorrer ao governo de Goiás.

A cerimônia de posse ocorreu em Brasília. Em seu discurso, o novo dirigente sinalizou que o PSDB pode fechar apoio ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), caso ele concorra à Presidência no ano que vem. Contudo, apresentou uma condição: que ele não seja “candidato apenas de Bolsonaro”.

De acordo com Aécio, as negociações sobre o possível apoio estão em andamento. A manifestação de Aécio pode isolar outros nomes da direita que buscam o endosso de partidos de centro para se cacifar à disputa, como o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), e até mesmo o novo tucano Ciro Gomes (CE).

Em um breve pronunciamento, o ex-governador de Minas Gerais e candidato derrotado nas eleições presidenciais de 2014 lamentou a “tragédia da polarização” e sugeriu ao País “radicalizar ao centro”.

“Promover a reconciliação nacional é tarefa absolutamente urgente para um País dividido e convulsionado. É crucial retomar a discussão sobre a qualidade do gasto público”, alegou o tucano.

O vice-presidente da Câmara Altineu Côrtes (PL-RJ) e o líder do PL na Casa, Sóstenes Cavalcante, (RJ), discursaram ao lado de Aécio e repetiram críticas ao PT. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), também esteve no evento e afirmou que “o fortalecimento do PSDB é o fortalecimento do debate saudável no Congresso”.

Aécio foi eleito presidente do PSDB pela primeira vez em 2013 e pressionado a se licenciar em 2017 por suspeitas de corrupção. As denúncias foram arquivadas pouco tempo depois. Ele deixou o cargo sob o argumento de que precisava “provar sua inocência” e conseguiu preservar o mandato de senador.

As investigações, abertas em meio à Lava Jato, afetaram outros importantes nomes do tucanato, como os ex-governadores Marconi Perillo (Goiás) e Beto Richa (Paraná).

O retorno de Aécio à direção nacional coincide com a série de derrotas sofridas pelo PSDB ao longo dos últimos anos. No ano passado, a sigla obteve seu pior desempenho eleitoral na história: não elegeu prefeito em nenhuma capital.

A agremiação, que já ocupou a Presidência da República e protagonizou disputas nacionais por duas décadas, conta com apenas 13 deputados federais e três senadores. No mais recente capítulo de seu encolhimento, viu figuras de peso, como os governadores Eduardo Leite (RS) e Raquel Lyra (PE) deixarem suas fileiras rumo ao PSD.

FONTE: Carta Capital

Share

Últimas notícias

Prefeitura de Agrolândia (SC) paga até R$ 4,6 mil em seletivo
Concursos Públicos
Edital Prefeitura de Presidente Figueiredo AM abre 573 vagas em seletivo
Concursos Públicos
SENAR/AR (GO) tem seletivo publicado com ganhos de R$ 3,2 mil
Concursos Públicos
Concurso SAAE de Nova Fátima PR abre vagas em edital publicado
Concursos Públicos

You Might Also Like

Bolsonaro

CPMI do INSS: depoente admite conhecer investigados, mas evita explicar milhões transferidos

novembro 19, 2025
Bolsonaro

Moraes volta a negar pedido de prisão domiciliar humanitária a Jair Bolsonaro

janeiro 1, 2026
Bolsonaro

Quaest: 49% acham que Flávio Bolsonaro vai até o fim com candidatura

dezembro 21, 2025
Bolsonaro

Moro é o favorito na disputa pelo governo do Paraná; Requião Filho aparece em 2º lugar

novembro 27, 2025

Nação do Brasil

A Nação do Brasil é um Agregador de Notícias. Trazemos as últimas notícias de sites oficiais como Gov, Câmara dos Deputados e outros dos principais segmentos que movem essa enorme metrópoles chamada Brasil.

Seções

  • Biografias Personalidades
  • Bolsonaro
  • Canais: Aonde assistir Jogos de Futebol e Esportes
  • Concursos Públicos
  • Economia
  • Eleições
  • Inteligência Artificial
  • Jogos ao Vivo
  • Política
  • The Voice Brasil

Últimas

Prefeitura de Pimenteiras do Oeste RO publica edital com salário de até R$ 5,3 mil
Concursos Públicos
Comissão aprova inclusão de estímulo a empreendedorismo no Estatuto da Pessoa Idosa
Economia

Adicione o App no celular para receber todas as notícias e resultados no seu celular!

Adicionar
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?