Nação do Brasil

O maior Agregador de Notícias na Metrópoles do Brasil

Notification Show More
Font ResizerAa
  • Política
  • Economia
  • Eleições
  • Concursos Públicos
  • Inteligência Artificial
  • Bolsonaro
  • Resultados de Loterias
  • Cotação das Ações
  • Agenda: Jogos de Hoje
    • Jogos ao Vivo
    • Canais: Aonde assistir Jogos de Futebol e Esportes
  • Assistir Copa do Mundo ao vivo

Nação do Brasil

O maior Agregador de Notícias na Metrópoles do Brasil

Font ResizerAa
  • Ações
  • Loterias
  • Jogos ao Vivo
  • Assistir Copa do Mundo ao vivo
Pesquisar
  • Política
  • Economia
  • Eleições
  • Concursos Públicos
  • Inteligência Artificial
  • Bolsonaro
  • Resultados de Loterias
  • Cotação das Ações
  • Agenda: Jogos de Hoje
    • Jogos ao Vivo
    • Canais: Aonde assistir Jogos de Futebol e Esportes
  • Assistir Copa do Mundo ao vivo
Follow US
Nação do Brasil > Notícias > Bolsonaro > Em votação durante a madrugada, Câmara aprova projeto para reduzir a pena de Bolsonaro
Bolsonaro

Em votação durante a madrugada, Câmara aprova projeto para reduzir a pena de Bolsonaro

Nação do Brasil
Last updated: dezembro 10, 2025 11:24 am
Nação do Brasil - Nação do Brasil
11 Min Read
SHARE

Em sessão realizada após um dia de tumulto, a Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quarta-feira 10, o texto-base do projeto de lei que reduz as penas dos condenados pelos atos golpistas de 8 de Janeiro de 2023 e deve beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Foram 291 votos favoráveis, 148 contrários e uma abstenção à proposta, conhecida como PL da Dosimetria, que seguirá para análise do Senado.

O projeto entrou em votação por decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), mesmo após as cenas de violência contra jornalistas e deputados registradas antes da sessão. O episódio ocorreu depois de Glauber Braga (PSOL-RJ), em protesto contra a votação de uma representação que pode cassar seu mandato, ocupar a Mesa Diretora e ser retirado à força por policiais legislativos.

Motta informou no início da tarde que colocaria o tema em discussão. Contudo, aliados e líderes da Casa esperavam um recuo por considerar não haver clima para votar o PL da Dosimetria logo após a confusão. Integrantes do governo Lula (PT) se disseram surpresos com a votação do projeto devido ao fato de que, na noite de segunda-feira, Motta havia se reunido com os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), sem tratar do assunto.

A proposta aprovada nesta quarta foi relatada pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), designado para a função em 18 de setembro com a expectativa de destravar o debate e dar novo fôlego aos trabalhos do Congresso Nacional. No entanto, a disputa entre bolsonaristas e governistas travou o avanço da proposta.

Para tentar contornar as resistências, Paulinho alterou o nome do projeto de PL da Anistia para PL da Dosimetria, defendendo uma revisão das penas, mas sem perdão integral. Isso desagradou a tropa de choque de Bolsonaro, que buscava uma anistia irrestrita para beneficiar o ex-presidente, e fez o projeto emperrar na Casa. 

Com a prisão de Jair Bolsonaro, em novembro, o tema voltou à pauta. No último domingo 6, por exemplo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) condicionou um recuo em sua pré-candidatura presidencial à aprovação da anistia para seu pai. O relator, no entanto, rechaçou a possibilidade de atender ao pleito, em conversa com CartaCapital na segunda-feira.

Em linhas gerais, o parecer de Paulinho propõe reduzir de um terço a dois terços as penas de condenados por crimes contra as instituições democráticas quando forem cometidos em contexto de multidão, desde que o agente não tenha praticado atos de financiamento ou exercido papel de liderança. 

Além disso, anula a possibilidade de condenar um mesmo réu pelas práticas de golpe de Estado e de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, somando as penas de ambos os tipos penais. No caso de Bolsonaro, a Primeira Turma do STF aplicou uma pena de 27 anos e três meses de prisão por cinco crimes, entre eles golpe de Estado (oito anos e dois meses de reclusão) e abolição violenta do Estado Democrático de Direito (seis anos e seis meses). Caso o texto de Paulinho prospere também no Senado, contudo, a Corte deverá descartar a sentença por abolição.

Paulinho estima que, conforme as regras atuais, Bolsonaro passaria seis anos e dez meses no regime fechado. A Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, porém, informou ao STF na semana passada que o ex-capitão poderia progredir ao semiaberto — em tese — mais tarde, em abril de 2033.

Ao fazer com que o crime de golpe de Estado “absorva” o de abolição violenta, conforme a lógica de Paulinho, restariam 20 anos e nove meses de prisão para Bolsonaro cumprir. Com isso, seria possível estimar um período de três anos e quatro meses no regime fechado, sustenta o relator.

“Aí, com a remissão de pena, dá dois anos e quatro meses”, vaticinou o deputado, em coletiva de imprensa na terça-feira. Trata-se da possibilidade de um condenado diminuir sua pena por trabalho ou estudo.

Segundo a Lei de Execuções Penais, para que o condenado que cumpre pena em regime fechado ou semiaberto diminua um dia de sua pena, deverá cumprir 12 horas de frequência escolar — divididas em no mínimo três dias — ou trabalhar por três dias. 

Paulinho propõe em seu relatório que a remição ocorra mesmo em regime domiciliar, o que também poderia beneficiar Bolsonaro.

Em sessão realizada após um dia de tumulto, a Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quarta-feira 10, o texto-base do projeto de lei que reduz as penas dos condenados pelos atos golpistas de 8 de Janeiro de 2023 e deve beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Foram 291 votos favoráveis, 148 contrários e uma abstenção à proposta, conhecida como PL da Dosimetria, que seguirá para análise do Senado.

O projeto entrou em votação por decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), mesmo após as cenas de violência contra jornalistas e deputados registradas antes da sessão. O episódio ocorreu depois de Glauber Braga (PSOL-RJ), em protesto contra a votação de uma representação que pode cassar seu mandato, ocupar a Mesa Diretora e ser retirado à força por policiais legislativos.

Motta informou no início da tarde que colocaria o tema em discussão. Contudo, aliados e líderes da Casa esperavam um recuo por considerar não haver clima para votar o PL da Dosimetria logo após a confusão. Integrantes do governo Lula (PT) se disseram surpresos com a votação do projeto devido ao fato de que, na noite de segunda-feira, Motta havia se reunido com os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), sem tratar do assunto.

A proposta aprovada nesta quarta foi relatada pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), designado para a função em 18 de setembro com a expectativa de destravar o debate e dar novo fôlego aos trabalhos do Congresso Nacional. No entanto, a disputa entre bolsonaristas e governistas travou o avanço da proposta.

Para tentar contornar as resistências, Paulinho alterou o nome do projeto de PL da Anistia para PL da Dosimetria, defendendo uma revisão das penas, mas sem perdão integral. Isso desagradou a tropa de choque de Bolsonaro, que buscava uma anistia irrestrita para beneficiar o ex-presidente, e fez o projeto emperrar na Casa. 

Com a prisão de Jair Bolsonaro, em novembro, o tema voltou à pauta. No último domingo 6, por exemplo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) condicionou um recuo em sua pré-candidatura presidencial à aprovação da anistia para seu pai. O relator, no entanto, rechaçou a possibilidade de atender ao pleito, em conversa com CartaCapital na segunda-feira.

Em linhas gerais, o parecer de Paulinho propõe reduzir de um terço a dois terços as penas de condenados por crimes contra as instituições democráticas quando forem cometidos em contexto de multidão, desde que o agente não tenha praticado atos de financiamento ou exercido papel de liderança. 

Além disso, anula a possibilidade de condenar um mesmo réu pelas práticas de golpe de Estado e de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, somando as penas de ambos os tipos penais. No caso de Bolsonaro, a Primeira Turma do STF aplicou uma pena de 27 anos e três meses de prisão por cinco crimes, entre eles golpe de Estado (oito anos e dois meses de reclusão) e abolição violenta do Estado Democrático de Direito (seis anos e seis meses). Caso o texto de Paulinho prospere também no Senado, contudo, a Corte deverá descartar a sentença por abolição.

Paulinho estima que, conforme as regras atuais, Bolsonaro passaria seis anos e dez meses no regime fechado. A Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, porém, informou ao STF na semana passada que o ex-capitão poderia progredir ao semiaberto — em tese — mais tarde, em abril de 2033.

Ao fazer com que o crime de golpe de Estado “absorva” o de abolição violenta, conforme a lógica de Paulinho, restariam 20 anos e nove meses de prisão para Bolsonaro cumprir. Com isso, seria possível estimar um período de três anos e quatro meses no regime fechado, sustenta o relator.

“Aí, com a remissão de pena, dá dois anos e quatro meses”, vaticinou o deputado, em coletiva de imprensa na terça-feira. Trata-se da possibilidade de um condenado diminuir sua pena por trabalho ou estudo.

Segundo a Lei de Execuções Penais, para que o condenado que cumpre pena em regime fechado ou semiaberto diminua um dia de sua pena, deverá cumprir 12 horas de frequência escolar — divididas em no mínimo três dias — ou trabalhar por três dias. 

Paulinho propõe em seu relatório que a remição ocorra mesmo em regime domiciliar, o que também poderia beneficiar Bolsonaro.

FONTE: Carta Capital

Share

Últimas notícias

Onde Assistir Online Croácia x Gana na Copa: onde assistir, horário e escalações
Jogos ao Vivo
Assistir África do Sul x Canadá – Copa do Mundo – domingo, 28 de junho, 2026 16:00
Assistir Copa do Mundo ao vivo
Assistir Holanda x Marrocos – Copa do Mundo – segunda-feira, 29 de junho, 2026 22:00
Assistir Copa do Mundo ao vivo
Assistir Alemanha x Paraguai – Copa do Mundo – segunda-feira, 29 de junho, 2026 17:30
Assistir Copa do Mundo ao vivo

You Might Also Like

Bolsonaro

Bolsonaristas se engajam em campanha de boicote às sandálias Havaianas

dezembro 22, 2025
Bolsonaro

As primeiras pesquisas de 2026 sobre a eleição presidencial

janeiro 12, 2026
Bolsonaro

‘Vitória da soberania’: A reação de governistas à decisão de Trump de reduzir o tarifaço

novembro 20, 2025
Bolsonaro

Renan e Lira são os favoritos dos alagoanos ao Senado em 2026, diz Paraná Pesquisas

dezembro 11, 2025

Nação do Brasil

A Nação do Brasil é um Agregador de Notícias. Trazemos as últimas notícias de sites oficiais como Gov, Câmara dos Deputados e outros dos principais segmentos que movem essa enorme metrópoles chamada Brasil.

Seções

  • Assistir Copa do Mundo ao vivo
  • Biografias Personalidades
  • Bolsonaro
  • Canais: Aonde assistir Jogos de Futebol e Esportes
  • Concursos Públicos
  • Copa do Mundo 2026
  • Economia
  • Eleições
  • Inteligência Artificial
  • Jogos ao Vivo
  • Política
  • The Voice Brasil

Últimas

Onde Assistir Online Argélia x Áustria na Copa: onde assistir, horário e escalações
Jogos ao Vivo
Onde Assistir Online Jordânia x Argentina na Copa: onde assistir, horário e escalações
Jogos ao Vivo

Adicione o App no celular para receber todas as notícias e resultados no seu celular!

Adicionar
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?