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Nação do Brasil > Notícias > Bolsonaro > Monitoramento de jornalistas e parlamentares durante o governo Bolsonaro entra na mira do STF
Bolsonaro

Monitoramento de jornalistas e parlamentares durante o governo Bolsonaro entra na mira do STF

Nação do Brasil
Last updated: janeiro 13, 2026 8:36 pm
Nação do Brasil - Nação do Brasil
3 Min Read
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O Supremo Tribunal Federal marcou para o dia 11 de março o julgamento que questiona o monitoramento oficial de redes sociais de parlamentares e jornalistas pela Secretaria de Governo e pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).

De acordo com denúncias publicadas na imprensa e citadas na ação ajuizada pelo Partido Verde, aproximadamente 116 parlamentares, entre deputados e senadores, além de diversos jornalistas, foram alvo de relatórios que classificavam postagens de acordo com o alinhamento ideológico de cada um com o governo.

Na ocasião, em janeiro de 2021, a ministra Cármen Lúcia, relatora da ação na Corte, deu um prazo de 48 horas para que o ex-presidente apresentasse explicações sobre os documentos. O PV pede que o STF reconheça que esse tipo de relatório é inconstitucional.

A sigla alega que as ações promovidas pela Segov e Secom ferem a liberdade de expressão e apresentam indícios de desvio de finalidade no uso de verba pública. A relatora votou por acolher o pedido e declarar a medida inconstitucional.

Os ministros Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber (aposentada), acompanharam a relatora no voto. O pedido de destaque do ministro Nunes Marques, no entanto, paralisou o julgamento e levou o debate para o plenário físico. Com isso, o tema será reiniciado e os votos serão zerados.

O Supremo Tribunal Federal marcou para o dia 11 de março o julgamento que questiona o monitoramento oficial de redes sociais de parlamentares e jornalistas pela Secretaria de Governo e pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).

De acordo com denúncias publicadas na imprensa e citadas na ação ajuizada pelo Partido Verde, aproximadamente 116 parlamentares, entre deputados e senadores, além de diversos jornalistas, foram alvo de relatórios que classificavam postagens de acordo com o alinhamento ideológico de cada um com o governo.

Na ocasião, em janeiro de 2021, a ministra Cármen Lúcia, relatora da ação na Corte, deu um prazo de 48 horas para que o ex-presidente apresentasse explicações sobre os documentos. O PV pede que o STF reconheça que esse tipo de relatório é inconstitucional.

A sigla alega que as ações promovidas pela Segov e Secom ferem a liberdade de expressão e apresentam indícios de desvio de finalidade no uso de verba pública. A relatora votou por acolher o pedido e declarar a medida inconstitucional.

Os ministros Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber (aposentada), acompanharam a relatora no voto. O pedido de destaque do ministro Nunes Marques, no entanto, paralisou o julgamento e levou o debate para o plenário físico. Com isso, o tema será reiniciado e os votos serão zerados.

FONTE: Carta Capital

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