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Nação do Brasil > Notícias > Bolsonaro > Edinho Silva: ‘O adversário interessa pouco; o que interessa é como o governo vai chegar’
Bolsonaro

Edinho Silva: ‘O adversário interessa pouco; o que interessa é como o governo vai chegar’

Nação do Brasil
Last updated: dezembro 10, 2025 2:45 pm
Nação do Brasil - Nação do Brasil
8 Min Read
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Para o PT, a pré-candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não passa de peça de negociação para pressionar pela soltura do pai, Jair Bolsonaro. E, ainda que o movimento ganhasse contornos reais, a cúpula petista demonstra pouca preocupação com quem estará na urna contra Lula em 2026.

“O adversário interessa muito pouco; o que interessa é a situação em que o governo vai chegar”, resumiu o presidente do PT, Edinho Silva, em café da manhã com jornalistas em Brasília. “E esse governo vai chegar em 2026 em condições muito favoráveis de reeleição.”

A aposta petista é que a combinação de entregas econômicas e políticas sociais robustas tornará Lula competitivo. E que este pacote pode reconquistar parte do eleitorado que votou em Bolsonaro em 2022, mas não se identifica com a extrema-direita ‘raiz’.

“A sociedade brasileira está polarizada, isso é inegável”, afirmou Edinho. “Independe do adversário que vier: ele vai capitalizar uma parte dessa polarização, entra na disputa com mais de 30% dos votos — a não ser que seja uma liderança muito frágil.”

O desafio lulista, prossegue ele, será furar a bolha. Conversar com eleitores que hoje não querem ouvir o PT, mas que já votaram no partido e podem voltar. Não há fórmula mágica, diz Edinho: “É mostrar o que o governo Lula tem feito e comparar o Brasil de hoje com o Brasil que herdamos.”

Dizer que o adversário ‘não importa’ não significa que a campanha repetirá a mesma campanha diante de qualquer rival. “Cada candidatura vai exigir de nós uma posição tática”, afirmou o dirigente, indicando que essa definição deve amadurecer por volta de junho do ano que vem.

Outro desafio eleitoral, anota Edinho, está nas big techs. Ele alerta para a capacidade das plataformas de “influenciar e desequilibrar eleições”, uma avaliação também registrada em documento recente da Abin.

É urgente, ressaltou o ex-ministro, aprovar uma lei brasileira de regulação das gigantes digitais e acompanhar iniciativas internacionais. “A sociedade precisa entender”, disse, “que os algoritmos funcionam para disseminar certos conteúdos e esconder outros.”

Estudos apontam que essas plataformas priorizam materiais capazes de manter o usuário conectado, e conteúdos políticos extremistas são especialmente eficazes nessa lógica.

O universo digital abre ainda outra preocupação para o PT: trabalhadores de aplicativos que se veem como “empreendedores” e não como “trabalhadores”. Esse imaginário, observou Edinho, torna a juventude, especialmente a das periferias, um desafio adicional. Pesquisas de opinião mostram que, entre jovens, o mau humor com Lula e o governo é mais acentuado que nas demais faixas etárias.

E por falar em idade, Edinho rebateu de antemão comparações com o caso Joe Biden nos EUA. “O presidente Lula está melhor com 80 anos do que com 50”, disse, em resposta a uma pergunta sobre a possibilidade de a oposição usar esse tema na campanha.

“Hoje, Lula é certamente o maior interlocutor do campo democrático”, concluiu. Sua reeleição, argumenta, seria também um recado ao mundo sobre a correlação de forças no Brasil e os limites do avanço autoritário. “A expansão do fascismo em um país continental, com tamanha diversidade cultural, racial e religiosa, pode ser uma grande tragédia. São muitas diferenças para um pensamento totalitário conviver.”

Para o PT, a pré-candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não passa de peça de negociação para pressionar pela soltura do pai, Jair Bolsonaro. E, ainda que o movimento ganhasse contornos reais, a cúpula petista demonstra pouca preocupação com quem estará na urna contra Lula em 2026.

“O adversário interessa muito pouco; o que interessa é a situação em que o governo vai chegar”, resumiu o presidente do PT, Edinho Silva, em café da manhã com jornalistas em Brasília. “E esse governo vai chegar em 2026 em condições muito favoráveis de reeleição.”

A aposta petista é que a combinação de entregas econômicas e políticas sociais robustas tornará Lula competitivo. E que este pacote pode reconquistar parte do eleitorado que votou em Bolsonaro em 2022, mas não se identifica com a extrema-direita ‘raiz’.

“A sociedade brasileira está polarizada, isso é inegável”, afirmou Edinho. “Independe do adversário que vier: ele vai capitalizar uma parte dessa polarização, entra na disputa com mais de 30% dos votos — a não ser que seja uma liderança muito frágil.”

O desafio lulista, prossegue ele, será furar a bolha. Conversar com eleitores que hoje não querem ouvir o PT, mas que já votaram no partido e podem voltar. Não há fórmula mágica, diz Edinho: “É mostrar o que o governo Lula tem feito e comparar o Brasil de hoje com o Brasil que herdamos.”

Dizer que o adversário ‘não importa’ não significa que a campanha repetirá a mesma campanha diante de qualquer rival. “Cada candidatura vai exigir de nós uma posição tática”, afirmou o dirigente, indicando que essa definição deve amadurecer por volta de junho do ano que vem.

Outro desafio eleitoral, anota Edinho, está nas big techs. Ele alerta para a capacidade das plataformas de “influenciar e desequilibrar eleições”, uma avaliação também registrada em documento recente da Abin.

É urgente, ressaltou o ex-ministro, aprovar uma lei brasileira de regulação das gigantes digitais e acompanhar iniciativas internacionais. “A sociedade precisa entender”, disse, “que os algoritmos funcionam para disseminar certos conteúdos e esconder outros.”

Estudos apontam que essas plataformas priorizam materiais capazes de manter o usuário conectado, e conteúdos políticos extremistas são especialmente eficazes nessa lógica.

O universo digital abre ainda outra preocupação para o PT: trabalhadores de aplicativos que se veem como “empreendedores” e não como “trabalhadores”. Esse imaginário, observou Edinho, torna a juventude, especialmente a das periferias, um desafio adicional. Pesquisas de opinião mostram que, entre jovens, o mau humor com Lula e o governo é mais acentuado que nas demais faixas etárias.

E por falar em idade, Edinho rebateu de antemão comparações com o caso Joe Biden nos EUA. “O presidente Lula está melhor com 80 anos do que com 50”, disse, em resposta a uma pergunta sobre a possibilidade de a oposição usar esse tema na campanha.

“Hoje, Lula é certamente o maior interlocutor do campo democrático”, concluiu. Sua reeleição, argumenta, seria também um recado ao mundo sobre a correlação de forças no Brasil e os limites do avanço autoritário. “A expansão do fascismo em um país continental, com tamanha diversidade cultural, racial e religiosa, pode ser uma grande tragédia. São muitas diferenças para um pensamento totalitário conviver.”

FONTE: Carta Capital

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