
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, vai julgar uma ação protocolada na Corte pedindo a condenação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pelo uso do brasão do Brasil em sua carta golpista divulgada após o resultado do segundo turno.
A petição, protocolada pelo advogado Ricardo Bretanha, sustenta que Flávio cometeu um crime ao usar o brasão para dar aparência oficial a um documento particular. A ação também questiona a primeira versão da carta, onde o senador se autodeclarava presidente eleito.
“De outra banda, o Senador também cometeu crimes contra o Estado Democrático de Direito, bem contra a honra e desobediência, tendo em vista que se autodeclarou como o ‘verdadeiro presidente eleito do Brasil’ e contestou sem provas o resultado eleitoral”, diz o texto.
Relembre
Após ser derrotado nas urnas pelo presidente Lula (PT), Flávio fugiu para os Estados Unidos, passando por Argentina e Equador clandestinamente. Os seus passaportes haviam sido cancelados horas antes de embarcar com a esposa e as duas filhas no País.
Ao chegar em Miami para encontrar com seu irmão que também está foragido da Justiça, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o senador publicou uma carta na qual não reconhecia o resultado das eleições.
O documento continha a imagem do brasão de 1889, intitulado ‘Estados Unidos do Brazil’, época em que o País vivia uma monarquia. Esta primeira versão foi encaminhada à imprensa pelo blogueiro.
Cerca de 10 minutos depois, Paulo Figueiredo enviou uma segunda versão com o brasão vigente da República, seguido da legenda “República Federativa do Brasil”. Desta vez o nome do País aparecia grafado com “s” ao invés de “z”.
Na hora seguinte, a terceira versão passou foi publicada no perfil do X do senador como “Carta à Nação Brasileira”, com o brasão vigente, mas uma alteração no início do texto, que passou de “verdadeiro presidente eleito do Brasil” para “líder do Brasil”.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, vai julgar uma ação protocolada na Corte pedindo a condenação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pelo uso do brasão do Brasil em sua carta golpista divulgada após o resultado do segundo turno.
A petição, protocolada pelo advogado Ricardo Bretanha, sustenta que Flávio cometeu um crime ao usar o brasão para dar aparência oficial a um documento particular. A ação também questiona a primeira versão da carta, onde o senador se autodeclarava presidente eleito.
“De outra banda, o Senador também cometeu crimes contra o Estado Democrático de Direito, bem contra a honra e desobediência, tendo em vista que se autodeclarou como o ‘verdadeiro presidente eleito do Brasil’ e contestou sem provas o resultado eleitoral”, diz o texto.
Relembre
Após ser derrotado nas urnas pelo presidente Lula (PT), Flávio fugiu para os Estados Unidos, passando por Argentina e Equador clandestinamente. Os seus passaportes haviam sido cancelados horas antes de embarcar com a esposa e as duas filhas no País.
Ao chegar em Miami para encontrar com seu irmão que também está foragido da Justiça, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o senador publicou uma carta na qual não reconhecia o resultado das eleições.
O documento continha a imagem do brasão de 1889, intitulado ‘Estados Unidos do Brazil’, época em que o País vivia uma monarquia. Esta primeira versão foi encaminhada à imprensa pelo blogueiro.
Cerca de 10 minutos depois, Paulo Figueiredo enviou uma segunda versão com o brasão vigente da República, seguido da legenda “República Federativa do Brasil”. Desta vez o nome do País aparecia grafado com “s” ao invés de “z”.
Na hora seguinte, a terceira versão passou foi publicada no perfil do X do senador como “Carta à Nação Brasileira”, com o brasão vigente, mas uma alteração no início do texto, que passou de “verdadeiro presidente eleito do Brasil” para “líder do Brasil”.
FONTE: Carta Capital