
Após fugir para os Estados Unidos após perder as eleições, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) votou a favor da PEC da Segurança Pública, uma das principais bandeiras do governo Lula (PT) para a área.
Isso foi possível pois a sessão desta terça foi realizada de forma semipresencial — ou seja, senadores podem registrar presença e votar de forma remota, desde que tenham o celular habilitado para tal. O candidato derrotado votou “sim” à PEC nos dois turnos.
Até o momento, ele não fez nenhuma comunicação oficial ao Senado sobre sua saída do País nem formalizou qualquer pedido de licença ou afastamento do mandato.
A aprovação da matéria é uma vitória para o governo, já que abre caminho para a criação do Ministério da Segurança Pública. A análise do texto foi marcada por uma disputa sobre a redução da maioridade penal, tema que levou o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), a retirar a matéria da pauta em outubro, adiando sua apreciação para depois do segundo turno presidencial.
Enviada pela gestão petista ao Congresso em abril de 2025, a proposta foi aprovada pela Câmara, em março deste ano, e passou pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado no mês passado. O Palácio do Planalto trabalhou para que os senadores mantivessem o texto sem alterações de mérito, evitando que o projeto retornasse a uma nova análise dos deputados.
O texto representa uma resposta do governo ao avanço do crime organizado, e prevê mudanças na organização da segurança pública, na distribuição de competências entre União, estados e municípios e na integração das forças policiais.
Após fugir para os Estados Unidos após perder as eleições, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) votou a favor da PEC da Segurança Pública, uma das principais bandeiras do governo Lula (PT) para a área.
Isso foi possível pois a sessão desta terça foi realizada de forma semipresencial — ou seja, senadores podem registrar presença e votar de forma remota, desde que tenham o celular habilitado para tal. O candidato derrotado votou “sim” à PEC nos dois turnos.
Até o momento, ele não fez nenhuma comunicação oficial ao Senado sobre sua saída do País nem formalizou qualquer pedido de licença ou afastamento do mandato.
A aprovação da matéria é uma vitória para o governo, já que abre caminho para a criação do Ministério da Segurança Pública. A análise do texto foi marcada por uma disputa sobre a redução da maioridade penal, tema que levou o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), a retirar a matéria da pauta em outubro, adiando sua apreciação para depois do segundo turno presidencial.
Enviada pela gestão petista ao Congresso em abril de 2025, a proposta foi aprovada pela Câmara, em março deste ano, e passou pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado no mês passado. O Palácio do Planalto trabalhou para que os senadores mantivessem o texto sem alterações de mérito, evitando que o projeto retornasse a uma nova análise dos deputados.
O texto representa uma resposta do governo ao avanço do crime organizado, e prevê mudanças na organização da segurança pública, na distribuição de competências entre União, estados e municípios e na integração das forças policiais.
FONTE: Carta Capital