Nação do Brasil

O maior Agregador de Notícias na Metrópoles do Brasil

Notification Show More
Font ResizerAa
  • Política
  • Economia
  • Eleições
  • Concursos Públicos
  • Inteligência Artificial
  • Bolsonaro
  • Resultados de Loterias
  • Cotação das Ações
  • Agenda: Jogos de Hoje
    • Jogos ao Vivo
    • Canais: Aonde assistir Jogos de Futebol e Esportes
  • Assistir Copa do Mundo ao vivo

Nação do Brasil

O maior Agregador de Notícias na Metrópoles do Brasil

Font ResizerAa
  • Ações
  • Loterias
  • Jogos ao Vivo
  • Assistir Copa do Mundo ao vivo
Pesquisar
  • Política
  • Economia
  • Eleições
  • Concursos Públicos
  • Inteligência Artificial
  • Bolsonaro
  • Resultados de Loterias
  • Cotação das Ações
  • Agenda: Jogos de Hoje
    • Jogos ao Vivo
    • Canais: Aonde assistir Jogos de Futebol e Esportes
  • Assistir Copa do Mundo ao vivo
Follow US
Nação do Brasil > Notícias > Bolsonaro > O que pode fazer o STF caso o Congresso reduza as penas de Bolsonaro e outros golpistas
Bolsonaro

O que pode fazer o STF caso o Congresso reduza as penas de Bolsonaro e outros golpistas

Nação do Brasil
Last updated: dezembro 10, 2025 5:46 pm
Nação do Brasil - Nação do Brasil
9 Min Read
SHARE

O projeto de lei que reduz as penas de Jair Bolsonaro (PL) e outros golpistas, aprovado pela Câmara dos Deputados na madrugada desta quarta-feira 10, não tende a ser declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal, avalia Guilherme Dezem, professor de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie e da Universidade de São Paulo.

O próximo passo será a votação no Senado, onde a proposta tramitará sob a relatoria de Esperidião Amin (PP-SC), um defensor da anistia. Se a Casa Alta avalizar o texto — em votação que deve ocorrer na próxima quarta-feira 17 —, ele seguirá para a sanção ou o veto do presidente Lula (PT). Em caso de veto total ou parcial, contudo, a palavra final será do Congresso Nacional.

Se a lei da dosimetria entrar em vigor, caberá ao STF detalhar de que forma ela incidirá sobre cada um dos condenados por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. Ou seja, o benefício não seria automático.

Segundo Dezem, a Corte poderá agir de ofício — sem provocação prévia — ou a pedido dos advogados. Na sequência, a Procuradoria-Geral da República emitirá um parecer sobre cada processo para, enfim, o ministro Alexandre de Moraes (relator) decidir de forma monocrática ou encaminhar  os autos para deliberação da Primeira Turma.

“A agenda é sempre do próprio Supremo, mas acredito que possa estabelecer um padrão que levaria em torno de dois a três meses para julgamento”, estimou o advogado, em contato com CartaCapital.

Dezem considera ser difícil contestar a constitucionalidade do PL da Dosimetria, ao contrário do que ocorreu quando a tropa de choque bolsonarista no Legislativo pressionava por uma anistia “ampla, geral e irrestrita”.

“É prerrogativa do Congresso Nacional definir crimes e penas. Portanto, como ele trata somente das penas, me parece que a inconstitucionalidade é de difícil aceitação”, diz o professor. “Podemos questionar politicamente esse projeto, mas a constitucionalidade dele me parece mais clara que a da anistia.”

No julgamento do núcleo crucial da trama golpista, em setembro, ministros da Primeira Turma alertaram ao Congresso que derrubariam qualquer perdão aos condenados. Não se pronunciaram, no entanto, sobre a diminuição das penas. “Não cabe indulto pelo presidente, não cabe anistia pelo Congresso e não cabe perdão pelo Judiciário em crimes contra a democracia”, disse Moraes na ocasião.

Uma dúvida central em caso de aprovação do PL da Dosimetria será o novo cálculo da pena de Bolsonaro. A Primeira Turma o condenou a 27 anos e três meses de prisão por cinco crimes: organização criminosa armada, golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

O relator do projeto na Câmara, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), calcula que, de acordo com as regras atuais, o ex-presidente passaria seis anos e dez meses no regime fechado. A Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, por sua vez, informou ao STF na semana passada que ele poderia progredir ao semiaberto — em tese — mais tarde, em abril de 2033.

Para Paulinho, mecanismos do PL da Dosimetria como a “absorção” do crime de abolição pelo de golpe e mudanças benéficas para o réu na remição da pena poderiam cortar para dois anos e quatro meses o período em que Bolsonaro permanecerá no regime fechado.

No cenário atual, portanto, o Partido Liberal, que ao longo dos últimos anos insistiu diuturnamente na cantilena da anistia, cedeu à correlação de forças e chancelou a mudança na dosimetria. A legenda alega, entretanto, que pode voltar à carga por um perdão a golpistas em 2026, o que voltaria a tensionar a relação entre o Congresso e o STF, em pleno ano de eleições gerais.

O projeto de lei que reduz as penas de Jair Bolsonaro (PL) e outros golpistas, aprovado pela Câmara dos Deputados na madrugada desta quarta-feira 10, não tende a ser declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal, avalia Guilherme Dezem, professor de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie e da Universidade de São Paulo.

O próximo passo será a votação no Senado, onde a proposta tramitará sob a relatoria de Esperidião Amin (PP-SC), um defensor da anistia. Se a Casa Alta avalizar o texto — em votação que deve ocorrer na próxima quarta-feira 17 —, ele seguirá para a sanção ou o veto do presidente Lula (PT). Em caso de veto total ou parcial, contudo, a palavra final será do Congresso Nacional.

Se a lei da dosimetria entrar em vigor, caberá ao STF detalhar de que forma ela incidirá sobre cada um dos condenados por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. Ou seja, o benefício não seria automático.

Segundo Dezem, a Corte poderá agir de ofício — sem provocação prévia — ou a pedido dos advogados. Na sequência, a Procuradoria-Geral da República emitirá um parecer sobre cada processo para, enfim, o ministro Alexandre de Moraes (relator) decidir de forma monocrática ou encaminhar  os autos para deliberação da Primeira Turma.

“A agenda é sempre do próprio Supremo, mas acredito que possa estabelecer um padrão que levaria em torno de dois a três meses para julgamento”, estimou o advogado, em contato com CartaCapital.

Dezem considera ser difícil contestar a constitucionalidade do PL da Dosimetria, ao contrário do que ocorreu quando a tropa de choque bolsonarista no Legislativo pressionava por uma anistia “ampla, geral e irrestrita”.

“É prerrogativa do Congresso Nacional definir crimes e penas. Portanto, como ele trata somente das penas, me parece que a inconstitucionalidade é de difícil aceitação”, diz o professor. “Podemos questionar politicamente esse projeto, mas a constitucionalidade dele me parece mais clara que a da anistia.”

No julgamento do núcleo crucial da trama golpista, em setembro, ministros da Primeira Turma alertaram ao Congresso que derrubariam qualquer perdão aos condenados. Não se pronunciaram, no entanto, sobre a diminuição das penas. “Não cabe indulto pelo presidente, não cabe anistia pelo Congresso e não cabe perdão pelo Judiciário em crimes contra a democracia”, disse Moraes na ocasião.

Uma dúvida central em caso de aprovação do PL da Dosimetria será o novo cálculo da pena de Bolsonaro. A Primeira Turma o condenou a 27 anos e três meses de prisão por cinco crimes: organização criminosa armada, golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

O relator do projeto na Câmara, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), calcula que, de acordo com as regras atuais, o ex-presidente passaria seis anos e dez meses no regime fechado. A Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, por sua vez, informou ao STF na semana passada que ele poderia progredir ao semiaberto — em tese — mais tarde, em abril de 2033.

Para Paulinho, mecanismos do PL da Dosimetria como a “absorção” do crime de abolição pelo de golpe e mudanças benéficas para o réu na remição da pena poderiam cortar para dois anos e quatro meses o período em que Bolsonaro permanecerá no regime fechado.

No cenário atual, portanto, o Partido Liberal, que ao longo dos últimos anos insistiu diuturnamente na cantilena da anistia, cedeu à correlação de forças e chancelou a mudança na dosimetria. A legenda alega, entretanto, que pode voltar à carga por um perdão a golpistas em 2026, o que voltaria a tensionar a relação entre o Congresso e o STF, em pleno ano de eleições gerais.

FONTE: Carta Capital

Share

Últimas notícias

Onde Assistir Online Panamá x Inglaterra na Copa: onde assistir, horário e escalações
Jogos ao Vivo
Representantes do setor produtivo do Ceará defendem reajuste automático anual do teto do MEI
Economia
Onde Assistir Online Egito x Irã na Copa: onde assistir, horário e escalações
Jogos ao Vivo
Audiência debate novo enquadramento para microempreendedor e atualização do Simples Nacional
Economia

You Might Also Like

Bolsonaro

Mauro Vieira e Marco Rubio conversam sobre tarifaço em evento do G7 no Canadá

novembro 13, 2025
Bolsonaro

STF convoca sessão virtual para referendar liminar que determinou prisão preventiva de Jair Bolsonaro

novembro 23, 2025
Bolsonaro

O bolsonarismo ainda assombra as terras indígenas

janeiro 12, 2026
Bolsonaro

Bolsonaro pede a Moraes autorização para receber visita de Cláudio Castro

novembro 13, 2025

Nação do Brasil

A Nação do Brasil é um Agregador de Notícias. Trazemos as últimas notícias de sites oficiais como Gov, Câmara dos Deputados e outros dos principais segmentos que movem essa enorme metrópoles chamada Brasil.

Seções

  • Assistir Copa do Mundo ao vivo
  • Biografias Personalidades
  • Bolsonaro
  • Canais: Aonde assistir Jogos de Futebol e Esportes
  • Concursos Públicos
  • Copa do Mundo 2026
  • Economia
  • Eleições
  • Inteligência Artificial
  • Jogos ao Vivo
  • Política
  • The Voice Brasil

Últimas

Comissão aprova nova regra sobre divisão de lucros de empresa em caso de divórcio
Economia
Conselho de Ética analisa pareceres sobre processos por quebra de decoro e ouve testumunhas
Política

Adicione o App no celular para receber todas as notícias e resultados no seu celular!

Adicionar
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?