Ao longo da história brasileira, tanto a política quanto o futebol mobilizaram multidões nas ruas e nos estádios. Assim como grande parte de seus eleitores, os representantes do povo que ocuparam o Palácio do Planalto também têm seus times de coração. Confira:
Getúlio Vargas
Gaúcho, natural de São Borja, Getúlio Vargas era torcedor declarado do Grêmio e teve um papel importante na destinação de verbas para a conclusão das obras do Estádio Olímpico, inaugurado em 1954. O estádio foi a casa do clube gaúcho até 2013, quando a Arena do Grêmio foi inaugurada.
Além disso, Getúlio também tinha simpatia pelo Vasco da Gama, principalmente pela forte associação de sua imagem ao estádio de São Januário, onde frequentemente discursava aos trabalhadores no dia 1º de maio. O estádio também foi palco de anúncios de medidas trabalhistas durante seu governo, incluindo a instituição do salário mínimo.
Eurico Gaspar Dutra
Presidente do Brasil entre 1946 e 1951, Dutra era torcedor do Flamengo. Foi durante seu governo que o Maracanã foi inaugurado, em 1950. O então presidente esteve presente na cerimônia de abertura do estádio, construído para sediar partidas da Copa do Mundo daquele ano, incluindo a grande final. Posteriormente, o Maracanã se consolidou como um dos principais palcos do futebol carioca.
Além disso, o Rubro-Negro ostenta em sua sala de troféus o Troféu Marechal Eurico Gaspar Dutra, disputado em homenagem ao ex-presidente em 1955. Na ocasião, o Flamengo, que contava com jogadores como Evaristo de Macedo e Zagallo, venceu o Nacional, de Montevidéu, e ficou com o título.
Café Filho
Após a morte de Getúlio Vargas, em 1954, Café Filho assumiu a Presidência da República. Natural do Rio Grande do Norte, era torcedor do Alecrim-RN. Segundo levantamento publicado pelo ge, o ex-presidente atuou como goleiro do clube potiguar, além de ter sido um de seus sócios fundadores. Atualmente, a equipe disputa a segunda divisão do Campeonato Potiguar.
Juscelino Kubitschek
Presidente do Brasil entre 1956 e 1961, Juscelino Kubitschek era assumidamente torcedor do Cruzeiro. Em 1945, o então prefeito de Belo Horizonte deu nome ao primeiro estádio do clube mineiro, localizado no bairro do Barro Preto.
Em 1962, o ex-presidente assinou uma famosa flâmula em homenagem ao Cruzeiro, que ficou marcada na história do clube: “Ao meu querido Clube CRUZEIRO do qual tenho sido fervoroso torcedor. A homenagem de Juscelino Kubitschek.”
Jânio Quadros
Eleito em 1960 com uma votação expressiva e a promessa de “varrer a corrupção do Brasil”, Jânio Quadros permaneceu apenas sete meses na Presidência antes de renunciar. Apesar do curto período no cargo, Jânio sempre declarou sua torcida pelo Corinthians.
Durante seu mandato como prefeito de São Paulo, entre 1986 e 1989, o ex-presidente concedeu ao Corinthians o direito de utilizar o terreno onde atualmente está localizada a Neo Química Arena.
João Goulart
João Goulart assumiu a Presidência após a renúncia de Jânio Quadros e foi o último presidente antes do golpe militar de 1964. Gaúcho, também natural de São Borja, Jango, como era conhecido, era torcedor do Internacional e, segundo levantamento publicado pelo ge, chegou a integrar as categorias de base do clube gaúcho.
Em 1976, dias após a morte de Jango, o Internacional foi impedido de homenageá-lo na final do Campeonato Brasileiro, contra o Corinthians, durante a ditadura militar. A homenagem só se concretizou em 2013, quando o Colorado realizou um minuto de silêncio em memória do ex-presidente, antes de uma partida contra a Ponte Preta.
Emílio Garrastazu Médici
Presidente durante os chamados “anos de chumbo” da ditadura militar, entre 1969 e 1974, Médici nasceu em Bagé, no Rio Grande do Sul, e torcia pelo Grêmio. Entretanto, após se mudar para o Rio de Janeiro para governar o país, também passou a demonstrar simpatia pelo Flamengo e frequentemente era visto acompanhando partidas do Rubro-Negro no Maracanã.
Em um dos episódios mais famosos do ciclo do Brasil rumo à Copa de 70, Médici, inclusive chegou a “sugerir” a convocação de Dadá Maravilha, artilheiro do Flamengo na época. Porém, com as frequentes negativas do então técnico João Saldanha, o mandatário fez pressão pela demissão do treinador e terminou ganhando essa “disputa”, que culminou com a demissão de Saldanha às vésperas da Copa no México.
Ernesto Geisel
Escolhido para suceder Médici na Presidência, Ernesto Geisel governou o Brasil entre 1974 e 1979. Declaradamente torcedor do Botafogo, o presidente chegou a receber do clube alvinegro o título de sócio honorário.
Ao final de seu mandato, em 1979, Geisel também recebeu do Vasco da Gama o título de presidente de honra, em agradecimento pela cessão de um terreno ao clube. Durante a homenagem, o então presidente afirmou que passaria a torcer também pelo Gigante da Colina.
João Figueiredo
Último presidente da ditadura militar, João Figueiredo governou o Brasil entre 1979 e 1985. Declaradamente torcedor do Grêmio, era frequentador do Estádio Olímpico, em Porto Alegre.
No Rio de Janeiro, Figueiredo também torcia pelo Fluminense e chegou a ser homenageado pelo clube com o título de presidente de honra do Tricolor das Laranjeiras.
Tancredo Neves
Primeiro presidente civil eleito após a ditadura militar, Tancredo Neves nunca chegou a assumir o cargo, pois morreu em 1985, antes da posse. O político mineiro declarava abertamente sua torcida pelo América-MG, mas também demonstrava admiração pelos demais clubes de Minas Gerais.
Em entrevista à revista Placar, Tancredo afirmou torcer pelo sucesso das equipes mineiras, incluindo os clubes do interior do estado.
José Sarney
Escolhido por Tancredo Neves para ser seu vice, José Sarney assumiu a Presidência após a morte do político mineiro e conduziu parte do processo de redemocratização do Brasil. Natural do Maranhão, o ex-presidente nunca escondeu sua paixão pelo Sampaio Corrêa.
Além do clube maranhense, Sarney também demonstrava simpatia pelo Flamengo, que chegou a ser tema de seu bolo de aniversário de 96 anos, celebrado em abril de 2026.
Fernando Collor
Primeiro presidente eleito diretamente após a redemocratização, em 1989, Fernando Collor também foi o primeiro a sofrer impeachment, deixando a Presidência em 1992.
Alagoano, Collor era declaradamente torcedor do CSA, clube do qual também foi presidente em 1973 e 1974. Durante sua passagem pela diretoria, a equipe conquistou o Campeonato Alagoano de 1974.
Fernando Henrique Cardoso (FHC)
Conhecido historicamente como o “pai do Plano Real”, Fernando Henrique Cardoso ocupou a Presidência entre 1995 e 2002. Assumidamente torcedor do Corinthians, FHC contou com o apoio do ídolo Sócrates em sua candidatura à Prefeitura de São Paulo, em 1985. Na ocasião, perdeu a disputa para Jânio Quadros, que também era corintiano.
No Rio de Janeiro, FHC também demonstrava simpatia pelo Fluminense.
LULA
Eleito neste último domingo (25) para o seu quarto mandato, o atual presidente Lula é assumidamente torcedor do Corinthians, e frequentemente em seus discursos cita sua paixão pelo clube paulista.
No seu discurso da vitória, após a confirmação da sua reeleição, Lula chegou a alfinetar o adversário Flávio Bolsonaro, comparando a fase do clube paulista a fase do seu adversário político: “Vou me reunir com o Corinthians também, porque, o Corinthians perdeu outra cara, onde que a gente vai? Está parecendo o Bolsonaro, só perde…”
Além do Timão, o presidente também já demonstrou carinho pelo Vasco. Em uma das ocasiões, foi homenageado pela principal torcida organizada vascaína com uma bandeira estampado com seu rosto.
Em 2023, Lula utilizou as redes sociais para lamentar a morte de Roberto Dinamite, maior ídolo da história do Vasco.
Dilma Roussef
Eleita em 2010 para suceder Lula, Dilma Rousseff ocupou a Presidência entre 2011 e 2016, quando sofreu impeachment. Durante seu governo, o Brasil sediou a Copa do Mundo de 2014.
Torcedora do Atlético-MG, Dilma demonstrou sua alegria com a conquista da Libertadores de 2013 e parabenizou o clube mineiro em uma nota oficial:
“O Brasil acordou alvinegro com o título do meu querido Clube Atlético Mineiro de campeão da Taça Libertadores. Aprendi a gostar de futebol indo, ainda criança, ao estádio do Mineirão assistir aos jogos do Atlético.
Parabéns aos jogadores, à comissão técnica e a nossa torcida, que conquistou a admiração de todos os brasileiros.
Parabéns não apenas pela vitória. Parabéns por, mesmo diante de um resultado adverso, não desistirem, não esmorecerem e, por isso mesmo, se superarem.
Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil.”
Michel Temer
Michel Temer assumiu a Presidência após o impeachment de Dilma Rousseff e governou o Brasil entre 2016 e 2018, sem concorrer à reeleição.
Apesar de se declarar torcedor do São Paulo, Temer nunca demonstrou ser particularmente ligado ao futebol. Em 2017, chegou a ser recebido pelo clube no CT da Barra Funda, ocasião em que pousou seu helicóptero no local devido à proximidade de um compromisso presidencial nas imediações.
Jair Bolsonaro
Eleito em 2018, Jair Bolsonaro se declara torcedor do Palmeiras. No ano em que venceu a eleição, chegou a entrar no gramado do Allianz Parque para entregar o troféu de campeão brasileiro de 2018 ao elenco palmeirense.
Apesar da paixão declarada, durante seu mandato Bolsonaro foi visto usando camisas de outros clubes, como Santos e Corinthians. Na final da Libertadores de 2021, o então presidente chegou a declarar torcida pelo Flamengo. Na ocasião, porém, o título ficou com o Palmeiras.
Ao longo da história brasileira, tanto a política quanto o futebol mobilizaram multidões nas ruas e nos estádios. Assim como grande parte de seus eleitores, os representantes do povo que ocuparam o Palácio do Planalto também têm seus times de coração. Confira:
Getúlio Vargas
Gaúcho, natural de São Borja, Getúlio Vargas era torcedor declarado do Grêmio e teve um papel importante na destinação de verbas para a conclusão das obras do Estádio Olímpico, inaugurado em 1954. O estádio foi a casa do clube gaúcho até 2013, quando a Arena do Grêmio foi inaugurada.
Além disso, Getúlio também tinha simpatia pelo Vasco da Gama, principalmente pela forte associação de sua imagem ao estádio de São Januário, onde frequentemente discursava aos trabalhadores no dia 1º de maio. O estádio também foi palco de anúncios de medidas trabalhistas durante seu governo, incluindo a instituição do salário mínimo.
Eurico Gaspar Dutra
Presidente do Brasil entre 1946 e 1951, Dutra era torcedor do Flamengo. Foi durante seu governo que o Maracanã foi inaugurado, em 1950. O então presidente esteve presente na cerimônia de abertura do estádio, construído para sediar partidas da Copa do Mundo daquele ano, incluindo a grande final. Posteriormente, o Maracanã se consolidou como um dos principais palcos do futebol carioca.
Além disso, o Rubro-Negro ostenta em sua sala de troféus o Troféu Marechal Eurico Gaspar Dutra, disputado em homenagem ao ex-presidente em 1955. Na ocasião, o Flamengo, que contava com jogadores como Evaristo de Macedo e Zagallo, venceu o Nacional, de Montevidéu, e ficou com o título.
Café Filho
Após a morte de Getúlio Vargas, em 1954, Café Filho assumiu a Presidência da República. Natural do Rio Grande do Norte, era torcedor do Alecrim-RN. Segundo levantamento publicado pelo ge, o ex-presidente atuou como goleiro do clube potiguar, além de ter sido um de seus sócios fundadores. Atualmente, a equipe disputa a segunda divisão do Campeonato Potiguar.
Juscelino Kubitschek
Presidente do Brasil entre 1956 e 1961, Juscelino Kubitschek era assumidamente torcedor do Cruzeiro. Em 1945, o então prefeito de Belo Horizonte deu nome ao primeiro estádio do clube mineiro, localizado no bairro do Barro Preto.
Em 1962, o ex-presidente assinou uma famosa flâmula em homenagem ao Cruzeiro, que ficou marcada na história do clube: “Ao meu querido Clube CRUZEIRO do qual tenho sido fervoroso torcedor. A homenagem de Juscelino Kubitschek.”
Jânio Quadros
Eleito em 1960 com uma votação expressiva e a promessa de “varrer a corrupção do Brasil”, Jânio Quadros permaneceu apenas sete meses na Presidência antes de renunciar. Apesar do curto período no cargo, Jânio sempre declarou sua torcida pelo Corinthians.
Durante seu mandato como prefeito de São Paulo, entre 1986 e 1989, o ex-presidente concedeu ao Corinthians o direito de utilizar o terreno onde atualmente está localizada a Neo Química Arena.
João Goulart
João Goulart assumiu a Presidência após a renúncia de Jânio Quadros e foi o último presidente antes do golpe militar de 1964. Gaúcho, também natural de São Borja, Jango, como era conhecido, era torcedor do Internacional e, segundo levantamento publicado pelo ge, chegou a integrar as categorias de base do clube gaúcho.
Em 1976, dias após a morte de Jango, o Internacional foi impedido de homenageá-lo na final do Campeonato Brasileiro, contra o Corinthians, durante a ditadura militar. A homenagem só se concretizou em 2013, quando o Colorado realizou um minuto de silêncio em memória do ex-presidente, antes de uma partida contra a Ponte Preta.
Emílio Garrastazu Médici
Presidente durante os chamados “anos de chumbo” da ditadura militar, entre 1969 e 1974, Médici nasceu em Bagé, no Rio Grande do Sul, e torcia pelo Grêmio. Entretanto, após se mudar para o Rio de Janeiro para governar o país, também passou a demonstrar simpatia pelo Flamengo e frequentemente era visto acompanhando partidas do Rubro-Negro no Maracanã.
Em um dos episódios mais famosos do ciclo do Brasil rumo à Copa de 70, Médici, inclusive chegou a “sugerir” a convocação de Dadá Maravilha, artilheiro do Flamengo na época. Porém, com as frequentes negativas do então técnico João Saldanha, o mandatário fez pressão pela demissão do treinador e terminou ganhando essa “disputa”, que culminou com a demissão de Saldanha às vésperas da Copa no México.
Ernesto Geisel
Escolhido para suceder Médici na Presidência, Ernesto Geisel governou o Brasil entre 1974 e 1979. Declaradamente torcedor do Botafogo, o presidente chegou a receber do clube alvinegro o título de sócio honorário.
Ao final de seu mandato, em 1979, Geisel também recebeu do Vasco da Gama o título de presidente de honra, em agradecimento pela cessão de um terreno ao clube. Durante a homenagem, o então presidente afirmou que passaria a torcer também pelo Gigante da Colina.
João Figueiredo
Último presidente da ditadura militar, João Figueiredo governou o Brasil entre 1979 e 1985. Declaradamente torcedor do Grêmio, era frequentador do Estádio Olímpico, em Porto Alegre.
No Rio de Janeiro, Figueiredo também torcia pelo Fluminense e chegou a ser homenageado pelo clube com o título de presidente de honra do Tricolor das Laranjeiras.
Tancredo Neves
Primeiro presidente civil eleito após a ditadura militar, Tancredo Neves nunca chegou a assumir o cargo, pois morreu em 1985, antes da posse. O político mineiro declarava abertamente sua torcida pelo América-MG, mas também demonstrava admiração pelos demais clubes de Minas Gerais.
Em entrevista à revista Placar, Tancredo afirmou torcer pelo sucesso das equipes mineiras, incluindo os clubes do interior do estado.
José Sarney
Escolhido por Tancredo Neves para ser seu vice, José Sarney assumiu a Presidência após a morte do político mineiro e conduziu parte do processo de redemocratização do Brasil. Natural do Maranhão, o ex-presidente nunca escondeu sua paixão pelo Sampaio Corrêa.
Além do clube maranhense, Sarney também demonstrava simpatia pelo Flamengo, que chegou a ser tema de seu bolo de aniversário de 96 anos, celebrado em abril de 2026.
Fernando Collor
Primeiro presidente eleito diretamente após a redemocratização, em 1989, Fernando Collor também foi o primeiro a sofrer impeachment, deixando a Presidência em 1992.
Alagoano, Collor era declaradamente torcedor do CSA, clube do qual também foi presidente em 1973 e 1974. Durante sua passagem pela diretoria, a equipe conquistou o Campeonato Alagoano de 1974.
Fernando Henrique Cardoso (FHC)
Conhecido historicamente como o “pai do Plano Real”, Fernando Henrique Cardoso ocupou a Presidência entre 1995 e 2002. Assumidamente torcedor do Corinthians, FHC contou com o apoio do ídolo Sócrates em sua candidatura à Prefeitura de São Paulo, em 1985. Na ocasião, perdeu a disputa para Jânio Quadros, que também era corintiano.
No Rio de Janeiro, FHC também demonstrava simpatia pelo Fluminense.
LULA
Eleito neste último domingo (25) para o seu quarto mandato, o atual presidente Lula é assumidamente torcedor do Corinthians, e frequentemente em seus discursos cita sua paixão pelo clube paulista.
No seu discurso da vitória, após a confirmação da sua reeleição, Lula chegou a alfinetar o adversário Flávio Bolsonaro, comparando a fase do clube paulista a fase do seu adversário político: “Vou me reunir com o Corinthians também, porque, o Corinthians perdeu outra cara, onde que a gente vai? Está parecendo o Bolsonaro, só perde…”
Além do Timão, o presidente também já demonstrou carinho pelo Vasco. Em uma das ocasiões, foi homenageado pela principal torcida organizada vascaína com uma bandeira estampado com seu rosto.
Em 2023, Lula utilizou as redes sociais para lamentar a morte de Roberto Dinamite, maior ídolo da história do Vasco.
Dilma Roussef
Eleita em 2010 para suceder Lula, Dilma Rousseff ocupou a Presidência entre 2011 e 2016, quando sofreu impeachment. Durante seu governo, o Brasil sediou a Copa do Mundo de 2014.
Torcedora do Atlético-MG, Dilma demonstrou sua alegria com a conquista da Libertadores de 2013 e parabenizou o clube mineiro em uma nota oficial:
“O Brasil acordou alvinegro com o título do meu querido Clube Atlético Mineiro de campeão da Taça Libertadores. Aprendi a gostar de futebol indo, ainda criança, ao estádio do Mineirão assistir aos jogos do Atlético.
Parabéns aos jogadores, à comissão técnica e a nossa torcida, que conquistou a admiração de todos os brasileiros.
Parabéns não apenas pela vitória. Parabéns por, mesmo diante de um resultado adverso, não desistirem, não esmorecerem e, por isso mesmo, se superarem.
Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil.”
Michel Temer
Michel Temer assumiu a Presidência após o impeachment de Dilma Rousseff e governou o Brasil entre 2016 e 2018, sem concorrer à reeleição.
Apesar de se declarar torcedor do São Paulo, Temer nunca demonstrou ser particularmente ligado ao futebol. Em 2017, chegou a ser recebido pelo clube no CT da Barra Funda, ocasião em que pousou seu helicóptero no local devido à proximidade de um compromisso presidencial nas imediações.
Jair Bolsonaro
Eleito em 2018, Jair Bolsonaro se declara torcedor do Palmeiras. No ano em que venceu a eleição, chegou a entrar no gramado do Allianz Parque para entregar o troféu de campeão brasileiro de 2018 ao elenco palmeirense.
Apesar da paixão declarada, durante seu mandato Bolsonaro foi visto usando camisas de outros clubes, como Santos e Corinthians. Na final da Libertadores de 2021, o então presidente chegou a declarar torcida pelo Flamengo. Na ocasião, porém, o título ficou com o Palmeiras.
FONTE: Carta Capital
(@Cruzeiro) August 27, 2020
: @ricardostuckert