
O PL oficializou nesta quarta-feira 4 a candidatura de Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado. Líder da oposição na Casa, ele disputará o comando do Congresso Nacional em 2027 e terá como principal – ou único – adversário o atual presidente, Davi Alcolumbre (União-AP), que busca a reeleição. O lançamento ocorre em meio a uma disputa ainda não resolvida na própria oposição, já que a senadora Tereza Cristina (PP-MS) também pretende concorrer ao cargo.
Após reunião com integrantes do PL e congressistas de outras legendas, em Brasília, Marinho afirmou ter o apoio de ao menos 40 senadores. São necessários 41 votos para vencer a eleição em primeiro turno.
“Estamos dentro de um partido que tem um número expressivo de senadores. Temos outros partidos que nos apoiam, o Novo que veio na sua integralidade, vieram integrantes do PP, do Republicanos”, afirmou.
A candidatura de Marinho, porém, ainda precisa superar a concorrência de Tereza Cristina. A ex-ministra da Agricultura mantém o próprio projeto para presidir o Senado e tem trânsito entre setores do Centrão, do agronegócio e da bancada feminina. Marinho afirmou que os dois conversaram nesta quarta-feira e que pretendem chegar a um entendimento antes da eleição.
“Tereza tem toda a legitimidade de ser candidata. Ela certamente vai tentar viabilizar sua candidatura. No momento oportuno, pelo nosso acerto, vamos convergir, até porque estamos no mesmo lado, defendemos as mesmas bandeiras. Tereza é nossa parceira”, declarou.
Tereza Cristina era considerada a favorita de setores mais pragmáticos do PL e do Centrão, e até mesmo de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) – antes das eleições. A avaliação sobre a viabilidade da senadora, entretanto, mudou depois que as direções do PP e do União Brasil, integrantes da mesma federação, anunciaram apoio à reeleição de Alcolumbre. O movimento enfraqueceu e inviabilizou a perspectiva de uma candidatura dela.
Flávio já havia “lançado” Marinho à presidência do Senado na carta golpista divulgada após a fuga para os Estados Unidos.
O PL aposta no tamanho de sua bancada para fortalecer a candidatura. A legenda terá 29 das 81 cadeiras do Senado na próxima legislatura, a maior representação partidária da Casa. Marinho também conta com o apoio dos três senadores eleitos pelo Novo.
Alcolumbre, por sua vez, já recebeu manifestações de apoio do MDB, do PSD, do PT e da federação União Progressista. O presidente Lula (PT) deve apoiá-lo pessoalmente.
Proposta única
Além da disputa pelo comando da Casa, o senador apresentou as pautas que pretende priorizar caso seja eleito. Entre elas estão a votação de uma proposta de anistia aos golpistas do 8 de Janeiro e a análise de pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal.
“Não seremos candidatos com um tema de impeachment de quem quer que seja, mas de respeito à Constituição. Mas nós não seremos omissos, porque ninguém está acima da lei”, afirmou.
Marinho já tentou chegar à presidência do Senado em 2023, quando enfrentou Rodrigo Pacheco (então PSD-MG). Na ocasião, recebeu 32 votos, contra 49 de Pacheco.
A candidatura havia sido articulada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como uma forma de marcar posição da oposição depois da derrota nas eleições presidenciais de 2022.
A eleição para a presidência do Senado está marcada para 1º de fevereiro de 2027.
O PL oficializou nesta quarta-feira 4 a candidatura de Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado. Líder da oposição na Casa, ele disputará o comando do Congresso Nacional em 2027 e terá como principal – ou único – adversário o atual presidente, Davi Alcolumbre (União-AP), que busca a reeleição. O lançamento ocorre em meio a uma disputa ainda não resolvida na própria oposição, já que a senadora Tereza Cristina (PP-MS) também pretende concorrer ao cargo.
Após reunião com integrantes do PL e congressistas de outras legendas, em Brasília, Marinho afirmou ter o apoio de ao menos 40 senadores. São necessários 41 votos para vencer a eleição em primeiro turno.
“Estamos dentro de um partido que tem um número expressivo de senadores. Temos outros partidos que nos apoiam, o Novo que veio na sua integralidade, vieram integrantes do PP, do Republicanos”, afirmou.
A candidatura de Marinho, porém, ainda precisa superar a concorrência de Tereza Cristina. A ex-ministra da Agricultura mantém o próprio projeto para presidir o Senado e tem trânsito entre setores do Centrão, do agronegócio e da bancada feminina. Marinho afirmou que os dois conversaram nesta quarta-feira e que pretendem chegar a um entendimento antes da eleição.
“Tereza tem toda a legitimidade de ser candidata. Ela certamente vai tentar viabilizar sua candidatura. No momento oportuno, pelo nosso acerto, vamos convergir, até porque estamos no mesmo lado, defendemos as mesmas bandeiras. Tereza é nossa parceira”, declarou.
Tereza Cristina era considerada a favorita de setores mais pragmáticos do PL e do Centrão, e até mesmo de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) – antes das eleições. A avaliação sobre a viabilidade da senadora, entretanto, mudou depois que as direções do PP e do União Brasil, integrantes da mesma federação, anunciaram apoio à reeleição de Alcolumbre. O movimento enfraqueceu e inviabilizou a perspectiva de uma candidatura dela.
Flávio já havia “lançado” Marinho à presidência do Senado na carta golpista divulgada após a fuga para os Estados Unidos.
O PL aposta no tamanho de sua bancada para fortalecer a candidatura. A legenda terá 29 das 81 cadeiras do Senado na próxima legislatura, a maior representação partidária da Casa. Marinho também conta com o apoio dos três senadores eleitos pelo Novo.
Alcolumbre, por sua vez, já recebeu manifestações de apoio do MDB, do PSD, do PT e da federação União Progressista. O presidente Lula (PT) deve apoiá-lo pessoalmente.
Proposta única
Além da disputa pelo comando da Casa, o senador apresentou as pautas que pretende priorizar caso seja eleito. Entre elas estão a votação de uma proposta de anistia aos golpistas do 8 de Janeiro e a análise de pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal.
“Não seremos candidatos com um tema de impeachment de quem quer que seja, mas de respeito à Constituição. Mas nós não seremos omissos, porque ninguém está acima da lei”, afirmou.
Marinho já tentou chegar à presidência do Senado em 2023, quando enfrentou Rodrigo Pacheco (então PSD-MG). Na ocasião, recebeu 32 votos, contra 49 de Pacheco.
A candidatura havia sido articulada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como uma forma de marcar posição da oposição depois da derrota nas eleições presidenciais de 2022.
A eleição para a presidência do Senado está marcada para 1º de fevereiro de 2027.
FONTE: Carta Capital