
O presidente do Chile, José Antonio Kast, irá à cerimônia de posse do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcada para 5 de janeiro de 2027. A informação foi dada pelo subsecretário da Secretaria-Geral do Governo chileno, Gonzalo Arenas, que afirmou que Kast se comprometeu com Lula a comparecer.
Em pronunciamento a jornalistas, Arenas foi questionado se o governo reafirmava o reconhecimento do resultado da eleição brasileira. A pergunta foi feita depois que o senador Flávio Bolsonaro (PL) anunciou que buscaria contestar o resultado.
“Respeitamos as instituições dos países. As instituições declararam o presidente Lula vencedor e, portanto, não temos mais comentários a fazer. Não vamos interferir na política interna do Brasil, muito menos”, respondeu.
O subsecretário acrescentou que o Brasil é um aliado e um parceiro fundamental do Chile. “Seja quem for o presidente, nossas relações continuarão sendo entre Estados”, disse.
No domingo 25, após o anúncio da vitória de Lula no segundo turno, Kast, ultraconservador alinhado à extrema-direita, publicou uma imagem em que aparece falando ao telefone e afirmou ter ligado para o petista para parabenizá-lo.
O líder chileno escreveu que “Chile e Brasil têm muito futuro em comum e continuarão trabalhando por uma agenda que potencialize as relações entre nossos países em integração econômica e combate ao crime organizado na região”.
Kast e Lula se encontraram pela primeira vez em janeiro deste ano, no Panamá, e trataram de integração regional, comércio, infraestrutura e combate ao crime organizado.
Em junho, voltaram a se reunir durante a cúpula do Mercosul, no Paraguai, quando discutiram a ampliação da cooperação econômica entre Brasil e Chile.
O presidente do Chile, José Antonio Kast, irá à cerimônia de posse do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcada para 5 de janeiro de 2027. A informação foi dada pelo subsecretário da Secretaria-Geral do Governo chileno, Gonzalo Arenas, que afirmou que Kast se comprometeu com Lula a comparecer.
Em pronunciamento a jornalistas, Arenas foi questionado se o governo reafirmava o reconhecimento do resultado da eleição brasileira. A pergunta foi feita depois que o senador Flávio Bolsonaro (PL) anunciou que buscaria contestar o resultado.
“Respeitamos as instituições dos países. As instituições declararam o presidente Lula vencedor e, portanto, não temos mais comentários a fazer. Não vamos interferir na política interna do Brasil, muito menos”, respondeu.
O subsecretário acrescentou que o Brasil é um aliado e um parceiro fundamental do Chile. “Seja quem for o presidente, nossas relações continuarão sendo entre Estados”, disse.
No domingo 25, após o anúncio da vitória de Lula no segundo turno, Kast, ultraconservador alinhado à extrema-direita, publicou uma imagem em que aparece falando ao telefone e afirmou ter ligado para o petista para parabenizá-lo.
O líder chileno escreveu que “Chile e Brasil têm muito futuro em comum e continuarão trabalhando por uma agenda que potencialize as relações entre nossos países em integração econômica e combate ao crime organizado na região”.
Kast e Lula se encontraram pela primeira vez em janeiro deste ano, no Panamá, e trataram de integração regional, comércio, infraestrutura e combate ao crime organizado.
Em junho, voltaram a se reunir durante a cúpula do Mercosul, no Paraguai, quando discutiram a ampliação da cooperação econômica entre Brasil e Chile.
FONTE: Carta Capital