O presidente do Tribunal Superior Eleitoral Kassio Nunes Marques, marcou uma reunião nesta terça-feira 13 com os representantes das campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O encontro ocorre após uma onda de acusações e processos na Justiça Eleitoral envolvendo os candidatos à Presidência, que se enfrentam no segundo turno das eleições, marcado para o próximo dia 25 de outubro.
No domingo (11), Nunes Marques determinou o bloqueio do canal de WhatsApp “Exército de Lula”. Horas depois, o corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, reverteu a decisão e restabeleceu o acesso ao grupo.
O caso pode ser submetido ao plenário do TSE, mas ainda não há data prevista para a análise.
Em seguida, Nunes Marques solicitou que a área técnica do tribunal examinasse o canal com “máxima urgência”.
Nesta segunda-feira, 12, a equipe informou que não encontrou conteúdos falsos já investigados pela Corte, mas apontou possíveis riscos eleitorais.
Coordenado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), o “Exército de Lula” reúne mais de 3,7 milhões de usuários. O canal foi acusado pela campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, de disseminar desinformação.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral Kassio Nunes Marques, marcou uma reunião nesta terça-feira 13 com os representantes das campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O encontro ocorre após uma onda de acusações e processos na Justiça Eleitoral envolvendo os candidatos à Presidência, que se enfrentam no segundo turno das eleições, marcado para o próximo dia 25 de outubro.
No domingo (11), Nunes Marques determinou o bloqueio do canal de WhatsApp “Exército de Lula”. Horas depois, o corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, reverteu a decisão e restabeleceu o acesso ao grupo.
O caso pode ser submetido ao plenário do TSE, mas ainda não há data prevista para a análise.
Em seguida, Nunes Marques solicitou que a área técnica do tribunal examinasse o canal com “máxima urgência”.
Nesta segunda-feira, 12, a equipe informou que não encontrou conteúdos falsos já investigados pela Corte, mas apontou possíveis riscos eleitorais.
Coordenado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), o “Exército de Lula” reúne mais de 3,7 milhões de usuários. O canal foi acusado pela campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, de disseminar desinformação.
FONTE: Carta Capital
