
O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou nesta sexta-feira 2 que o presidente Lula (PT) decidiu no início da campanha que não compareceria a debates no primeiro turno. Por isso, declarou em coletiva de imprensa, a ausência no encontro que seria transmitido pela TV Globo na quinta 1º não foi uma surpresa. Em um eventual segundo turno, contudo, Lula participará desses programas, adiantou Edinho.
“Se o presidente falou que não ia, por que colocaram uma cadeira com o nome dele? Se o debate é para confrontar ideias, ele não pode ser para gerar desgaste ao candidato”, criticou. “Se a campanha não entrasse com ação impedindo isso, seria um escárnio contra o presidente Lula. O debate passa a ser um instrumento para prejudicar uma candidatura.”
A Globo cancelou o debate por volta das 20h30, a uma hora do início programado, sob a justificativa de que decisões judiciais de última hora teriam provocado “insegurança jurídica”.
A ministra do Tribunal Superior Eleitoral Estela Aranha atendeu a um pedido da coligação de Lula e proibiu que a emissora mantivesse um púlpito vazio com o nome do candidato, além de vetar que perguntas fossem direcionadas a ele. Pouco depois, o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes determinou a inclusão de Renan Santos (Missão) no debate.
Para a cúpula petista, a insistência da emissora em manter uma cadeira vazia e permitir perguntas a um candidato ausente configurou uma tentativa deliberada de constrangimento público e desgaste político.
Sucesso no Flow
No mesmo horário em que o debate ocorreria, Lula concedeu uma entrevista ao podcast Flow. A transmissão ao vivo alcançou 1,5 milhão de espectadores simultâneos e, posteriormente, ultrapassou a marca de 10 milhões de visualizações.
Para Edinho Silva, a estratégia se revelou um acerto: “Como ele havia decidido não ir ao debate, a data que tinha para fazer o Flow era essa, e a entrevista teve uma repercussão imensa.”
O presidente do PT garantiu, por fim, a presença de Lula nos debates de um eventual segundo turno. “Teremos o confronto direto entre ele e Flávio, que é o que ele quer. Quer que o povo brasileiro enxergue a diferença entre o Brasil que Flávio defende e o Brasil que ele representa.”
O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou nesta sexta-feira 2 que o presidente Lula (PT) decidiu no início da campanha que não compareceria a debates no primeiro turno. Por isso, declarou em coletiva de imprensa, a ausência no encontro que seria transmitido pela TV Globo na quinta 1º não foi uma surpresa. Em um eventual segundo turno, contudo, Lula participará desses programas, adiantou Edinho.
“Se o presidente falou que não ia, por que colocaram uma cadeira com o nome dele? Se o debate é para confrontar ideias, ele não pode ser para gerar desgaste ao candidato”, criticou. “Se a campanha não entrasse com ação impedindo isso, seria um escárnio contra o presidente Lula. O debate passa a ser um instrumento para prejudicar uma candidatura.”
A Globo cancelou o debate por volta das 20h30, a uma hora do início programado, sob a justificativa de que decisões judiciais de última hora teriam provocado “insegurança jurídica”.
A ministra do Tribunal Superior Eleitoral Estela Aranha atendeu a um pedido da coligação de Lula e proibiu que a emissora mantivesse um púlpito vazio com o nome do candidato, além de vetar que perguntas fossem direcionadas a ele. Pouco depois, o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes determinou a inclusão de Renan Santos (Missão) no debate.
Para a cúpula petista, a insistência da emissora em manter uma cadeira vazia e permitir perguntas a um candidato ausente configurou uma tentativa deliberada de constrangimento público e desgaste político.
Sucesso no Flow
No mesmo horário em que o debate ocorreria, Lula concedeu uma entrevista ao podcast Flow. A transmissão ao vivo alcançou 1,5 milhão de espectadores simultâneos e, posteriormente, ultrapassou a marca de 10 milhões de visualizações.
Para Edinho Silva, a estratégia se revelou um acerto: “Como ele havia decidido não ir ao debate, a data que tinha para fazer o Flow era essa, e a entrevista teve uma repercussão imensa.”
O presidente do PT garantiu, por fim, a presença de Lula nos debates de um eventual segundo turno. “Teremos o confronto direto entre ele e Flávio, que é o que ele quer. Quer que o povo brasileiro enxergue a diferença entre o Brasil que Flávio defende e o Brasil que ele representa.”
FONTE: Carta Capital