O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta segunda-feira 5 não ter dúvidas de que Jair Bolsonaro participaria de um eventual governo de seu filho “zero um”, Flávio Bolsonaro (PL). O senador avançou ao segundo turno da disputa pela Presidência contra Lula (PT). A nova rodada ocorrerá em 25 de outubro.
“Bolsonaro vai participar muito dessa administração. Não tenho dúvida disso. Ele vai dar opinião”, disse Valdemar em entrevista à GloboNews.: “Não vai ser ministro, mas vai dar opinião.”
Ainda de acordo com Valdemar, Flávio adotaria uma estratégia semelhante à de seu pai no início de um eventual mandato, com pessoas de confiança em postos considerados importantes. O presidente do PL atribuiu a vantagem do senador no primeiro turno à influência de Jair.
“Tenho certeza de que ele vai querer que o Flávio faça um governo parecido com o dele, de gente qualificada, com autonomia, e negociar. Ele pode participar nisso (indicar nomes). Não tenho dúvida de que ele vai querer participar disso aí.”
O ex-capitão está em prisão domiciliar desde março, em razão da condenação a 27 anos de prisão pela tentativa de golpe em 2022.
Durante a campanha eleitoral, Flávio afirmou que, se eleito, trabalhará pela aprovação de uma anistia aos golpistas do 8 de Janeiro de 2023, entre eles seu pai. Caso a iniciativa não avance, disse o senador em sua entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, a alternativa seria a concessão de um indulto presidencial.
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta segunda-feira 5 não ter dúvidas de que Jair Bolsonaro participaria de um eventual governo de seu filho “zero um”, Flávio Bolsonaro (PL). O senador avançou ao segundo turno da disputa pela Presidência contra Lula (PT). A nova rodada ocorrerá em 25 de outubro.
“Bolsonaro vai participar muito dessa administração. Não tenho dúvida disso. Ele vai dar opinião”, disse Valdemar em entrevista à GloboNews.: “Não vai ser ministro, mas vai dar opinião.”
Ainda de acordo com Valdemar, Flávio adotaria uma estratégia semelhante à de seu pai no início de um eventual mandato, com pessoas de confiança em postos considerados importantes. O presidente do PL atribuiu a vantagem do senador no primeiro turno à influência de Jair.
“Tenho certeza de que ele vai querer que o Flávio faça um governo parecido com o dele, de gente qualificada, com autonomia, e negociar. Ele pode participar nisso (indicar nomes). Não tenho dúvida de que ele vai querer participar disso aí.”
O ex-capitão está em prisão domiciliar desde março, em razão da condenação a 27 anos de prisão pela tentativa de golpe em 2022.
Durante a campanha eleitoral, Flávio afirmou que, se eleito, trabalhará pela aprovação de uma anistia aos golpistas do 8 de Janeiro de 2023, entre eles seu pai. Caso a iniciativa não avance, disse o senador em sua entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, a alternativa seria a concessão de um indulto presidencial.
FONTE: Carta Capital
