
Após a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reclamar do barulho do ar-condicionado na cela da Superintendência da Polícia Federal, o delegado da PF, Maurício Rocha da Silva, informou nesta quarta-feira 7 ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que não há alternativa em um curto prazo para solucionar a reclamação apresentada.
“Esclareço que a Sala de Estado-Maior encontra-se adjacente a áreas técnicas destinadas à instalação e ao funcionamento de equipamentos do sistema de climatização do edifício. Ressalto, ainda, a inexistência de alternativa física que seja compatível com as exigências de segurança institucional para a finalidade em questão”, escreveu.
Ainda segundo o delegado, o sistema de climatização do edifício funciona da seguinte forma: as máquinas são ligadas às 7h30 e desligadas às 19h, diariamente.
A defesa do ex-presidente havia solicitado, no pedido, uma solução que mitigasse o ruído em curto prazo. A PF, no entanto, alegou que não é possível eliminar o barulho com medidas “simples ou pontuais” e alegou a indisponibilidade um outro espaço para abrigar o ex-presidente.
A PF também informou ao ministro que uma eventual intervenção “demandaria ações complexas de infraestrutura e, sobretudo, a paralisação total do sistema de climatização por período prolongado, o que ocasionaria prejuízo à continuidade dos trabalhos ordinários desta Superintendência Regional”.
Após a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reclamar do barulho do ar-condicionado na cela da Superintendência da Polícia Federal, o delegado da PF, Maurício Rocha da Silva, informou nesta quarta-feira 7 ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que não há alternativa em um curto prazo para solucionar a reclamação apresentada.
“Esclareço que a Sala de Estado-Maior encontra-se adjacente a áreas técnicas destinadas à instalação e ao funcionamento de equipamentos do sistema de climatização do edifício. Ressalto, ainda, a inexistência de alternativa física que seja compatível com as exigências de segurança institucional para a finalidade em questão”, escreveu.
Ainda segundo o delegado, o sistema de climatização do edifício funciona da seguinte forma: as máquinas são ligadas às 7h30 e desligadas às 19h, diariamente.
A defesa do ex-presidente havia solicitado, no pedido, uma solução que mitigasse o ruído em curto prazo. A PF, no entanto, alegou que não é possível eliminar o barulho com medidas “simples ou pontuais” e alegou a indisponibilidade um outro espaço para abrigar o ex-presidente.
A PF também informou ao ministro que uma eventual intervenção “demandaria ações complexas de infraestrutura e, sobretudo, a paralisação total do sistema de climatização por período prolongado, o que ocasionaria prejuízo à continuidade dos trabalhos ordinários desta Superintendência Regional”.
FONTE: Carta Capital